terça-feira, agosto 11, 2009

Vos digo, amiguinhos:

I AM A DRAMA QUEEN!




Mas vocês já sabiam disso.

domingo, junho 14, 2009

Cabô!

Este é o último post desse blog.
Porque cansei disso aqui, tem muitas bobagens das quais ninguém se orgulharia e até porque não faz mais sentido, não sou mais a mesma pessoa que ficava de mimimi aqui em 2002 chorando no teclado e detalhando coisas inúteis.

Se eu criar outro blog, voltarei aqui pra avisar. Ou não.
Ou talvez eu volte e ainda faça outro post, só pra contrariar a mim mesma, como costumo fazer.
Tudo é possível, em se tratando de Fabiana.

Lembranças amargas e doces.

Ultimamente percebi que minhas memórias mais marcantes são todas ruins. Enquanto as pessoas se recordam nostálgicas de suas infâncias coloridas e cheias de sol e alegria, eu lembro mais das coisas que me chateavam e me entristeceram desde os tempos áureos, me recordo de como me sentia mal em certas circunstâncias recorrentes e como isso não mudou muito desde então. Eu não entendo por que essas coisas ruins marcam mais que as coisas boas, e nem sei se isso é normal ou se é assim também com as outras pessoas. Ou eu vivi poucas coisas boas na minha vida, ou não consigo me lembrar delas com a mesma intensidade que as memórias acinzentadas cheias de rancores. E isso é terrível.

Eu não tenho histórias muito boas pra contar, embora quisesse. Queria poder dizer o quanto minha vida foi interessante e repleta de experiências felizes que me fizeram confiante e cheia de fé e forças pra vencer. Embora se aprenda muito com a dor e o sofrimento, se amadureça muito mais rápido diante de obstáculos e dificuldades. Mas realmente eu gostaria de poder dizer o quanto sou abençoada por ter uma família incrível que me apóia e me ama, por ter amigos sempre presentes e tanta prosperidade e realizações. Mas é tudo mentira. A verdade é que a minha vida nunca fez o menor sentido. Embora tivesse sonhos e planos coloridos, a verdade é que já não me sinto mais especial e capaz de coisas especiais. E isso faz tanto tempo que me assusta. Perceber o quanto deixei que a vida adulta aniquilasse tudo que havia de bom em mim. Parece que não restou nada além dos pedregulhos que pesam no meu coração. Todas as pequenas mágoas, as pequenas decepções acumuladas, esse mundo de feiúras e gente chata e triste sugando todas as minhas energias.

A questão é que isso não combina nada comigo.
Eu acho que merecia algo melhor sim. E ainda mereço. As coisas belas me dão esperanças e me cativam, embora ainda não sejam parte de uma cura para esse problema.

Eu quero daqui pra frente marcar minha vida com boas lembranças, com boas recordações de momentos felizes que viverei daqui em diante. E tentar esquecer essas coisas ruins, superar tudo que passou e não me traz nada além de mais dor e sofrimento, super desnecessários.

Espero ter fotos bonitas pra me recordar no futuro de lugares, pessoas, momentos.
Minha vida tem um grande vazio que precisa ser preenchido. As coisas do passado são tão cretinas que não consigo esquecer completamente, eu olho ao redor e tudo volta pra me incomodar mais um pouco, embora sejam coisas até mesmo irrelevantes pro que interessa, que é o dia de hoje e o de amanhã. Preciso me concentrar mais em ser mais feliz agora, hoje, right now. Parece um bom plano, não? =)

domingo, junho 07, 2009

Just an ordinary post.

Hoje assisti The reader, com a Kate Winslet e o Halph Fiennes. Gostei muito. Me pergunto se o livro é tão bom quanto o filme.

Preciso ver mais filmes, mas queria terminar de ler umas coisas antes, mas sou lerda feito uma lesma. Preciso de um curso de leitura dinâmica, de preferência daqueles learn while you sleep. Hehehe!

Eu não dou conta de tanta coisa que eu quero ler, fazer, ouvir e assistir ao mesmo tempo. Algumas vezes me sinto sobrecarregada de tanta informação. Sem falar nas maravilhas distrativas aqui, néam? Não faço mais nada. Preciso de ajuda profissional, uma secretária, uma empregada, um personal trainer. E ganhar na mega sena, é claro.
Alguém me ajuda?

quinta-feira, maio 21, 2009

quinta-feira, abril 23, 2009

7 coisas que me fazem sorrir:

Me deu vontade de blogar, então vai um meme bobo pra animar.

  1. Gatinhos. E gatões. E onças. Felinos em geral. Especialmente gatinhos.
  2. Compras. Especialmente quando consigo algo que eu queria muito.
  3. Cartas. Adoro receber cartas manuscritas.
  4. Terminar um livro. Adoro a sensação de satisfação de finalizar um livro.
  5. Artigos de papelaria fofos em geral. Amo canetas, cadernos fofos, bloquinhos, borrachas, lápis, todo tipo de frescura com personagens cute.
  6. Músicas antigas, especialmente quando tocam aleatoriamente em lugares públicos pra animar minha vida.
  7. Maquiagem nova. E cosméticos deliciosos em geral.

segunda-feira, março 09, 2009

Dewey, um gato entre livros

Bom, quem me conhece evidentemente sabe o quanto eu adoro gatos, e tudo relacionado a gatos, o que inclui livros sobre gatos, especialmente quando trata-se de gatos de verdade, como é o caso do Dewey Readmore Books, o (falecido) gato da biblioteca de Spencer no estado de Iowa, nos EUA.



Pois bem, como é de se esperar de biografias, muitas coisas tristes são relatadas no livro, além de todas as lembranças e momentos felizes. A autora, Vicki Myron, bibliotecária chefe da supracitada biblioteca e "mãe" humana do Dewey, trata com muita sensibilidade de toda a afetividade por trás do convívio com o felino e como um animal carismático pode mudar tanto a vida das pessoas (e de uma cidade inteira, no caso). O bichano tornou-se famoso no mundo inteiro e aparentemente o livro vai virar filme.

Além de toda história sobre a aparição do Dewey, ela também conta a história da cidade, sua vida e de sua família, dificuldades e alegrias, e como o bichano teve importância na vida de tantas pessoas em circunstâncias das mais variadas. Quem tem gatos e ama bichos certamente entende isso e vai se emocionar bastante com a leitura. Acima de tudo, é uma história de amor incondicional, amizade e superação. Não leia sem uma caixinha de Kleenex.

Vídeo do Dewey:



ISBN: 9788525045799
Editora Globo
Está em oferta no Submarino (olhei agorinha e estava R$15,50).
Recomendo a fãs de gatos e bichos em geral.

Dou uma nota 8,5 pra ele, numa escala de 0 a 10. Alguns pontinhos tirados porque em certo momento parece que a Vicki apela um pouco pras desgraças e situações calamitosas para emocionar o leitor propositalmente (talvez para tornar o livro mais marcante?). Por isso deixa de ser uma literatura leve e bem humorada para algo mais pro dramático (eu sei que a vida é dramática mesmo, mas acho que faltou um pouco de ênfase nas coisas boas e no bom humor). O comecinho parece meio chato com descrições topográficas e da vida rural em Iowa, mas prosseguindo e deixando fluir, acaba sendo também interessante conhecer um pouco sobre a cultura local e o background dos envolvidos, humanos e felinos. Vale até uma googlada para ver fotos dos milharais de Spencer.

Chorei horrores no final, lendo antes de dormir, e acordei com a cara "bonita" no dia seguinte. Passei o dia com o "zóio" inchado, e por isso tirei um ponto da nota final. Mas realmente é uma leitura boa e uma linda homenagem ao gatinho que conquistou tanta gente com seu afeto e sensibilidade. =^.^= É uma prova de que não devemos subestimar o poder das mudanças que o convívio amoroso com animais de estimação nos traz.

Nos EUA há muitas outras bibliotecas com gatos residentes, mas nenhum ficou tão famoso como o Dewey, que realmente teve um temperamento único e cativante. Infelizmente a biblioteca de Spencer não poderá mais ter gatos residentes. Após os 2 anos de hiatus obrigatório estipulado após a morte do Dewey, o conselho da cidade fez uma votação para decidir se poderiam ter outro gato. Uma pena que muita gente preconceituosa e cabeçuda, que sempre vai contra tudo que pareça fora de suas crenças e convicções arraigadas, interfere raivosamente em casos assim, mesmo que sejam coisas simples, transformando-as em grandes dilemas da vida em sociedade, de modo que não se deixam experimentar o que é novo, diferente ou desconhecido. Uma pena.

De qualquer modo é um livro bacana e emocionante. Nós gatos, aprovamos. Meow!

terça-feira, março 03, 2009

Smirnoff Ice Genérica

Ingredientes:

- 2 litros de Sprite (gelada)
- 1 litro de vodka
- 1 envelope de Clight de limão (Se colocar limão, a fruta, azeda depois de alguns minutos)
- 1 litro de água mineral com gás

Misture bem todos os ingredientes (de preferência bem gelados) e basta servir.
Rende aproximadamente 20 garrafinhas.

Achei essa maravilha aqui! Mal vejo a hora de testar.

terça-feira, fevereiro 24, 2009

New haircut, same feline cuteness.

Mais uma vez, corte de cabelo feito em casa, com tesourão Tramontina que uso pra cortar tecidos (porque não achei a menorzinha). Huahaha! E como sempre, no final deu tudo certo. Custo com cabeleireiro: R$ 0.
Success!

segunda-feira, fevereiro 09, 2009

Pós aniversário.

Estou com vontade de recuperar o tesão pela vida, pra variar um pouco.
Muitos desafios por vir e eu não sei ao certo o que fazer.
Haja coragem pra tudo isso.

Os últimos anos foram meio enfadonhos pra mim. Sinto saudades de quando eu tinha uma super empolgação quanto a novidades e possibilidades de fazer coisas interessantes e boas. Sabe quando as coisas deixam de interessar? Pois é. Mas isso cansa também. Não dá pra deixar simplesmente a vida passar, sem pelo menos ter algum prazer nas coisas estúpidas do dia-a-dia. Eu não gosto e nem ligo praquela história de "você tem que ser feliz" porque acho que tem que ser feliz quem quer. Quem gosta de ser infeliz que faça bom proveito também, até porque também há certa beleza em toda essa merda. Muita arte vem da infelicidade também. O lance é que ninguém é feliz ou infeliz o tempo inteiro, óbvio. E dentro dessa normalidade dual da nossa vivência o lance é aproveitar pra ter alguma diversão com as coisas que nos são obrigatórias, como o convívio, trabalho e essas chatices diversas.

Parece que às vezes tudo perde o sentido, e as coisas vão existindo, você vai passando por tudo aquilo sem muita emoção ou esperança. Acho que quando os sonhos morrem a gente vai ficando azedo, se não criar outros logo. Eu acho que seria uma boa idéia da minha parte voltar a ter aquela sensação antiga de que o futuro promete, que as coisas são bacanas per se, que dá pra aproveitar o aprendizado de todas as experiências de forma positiva. Eu gosto de me boicotar, de certa forma. E também me odeio por isso. Porque ser besta às vezes me diverte.

Não que eu seja infeliz ou pessimista, longe disso. Eu gosto de muitas coisas bobas e me divirto, sou feliz com coisas simples. Mas também não sou mais a mesma, com o passar dos anos. Não tenho certeza que isso é inerente a ser adulto, ver o mundo dessa forma besta. Mas acabei assim, e não gosto exatamente. Até porque você passa a enxergar tudo com malícias antes não existentes e toda essa carga ruim de esperar o pior das pessoas e das situações, que você tenta fingir que não rola, mas rola, intimamente, consciente ou não.

Bom, é isso.

sábado, janeiro 10, 2009

Aline e seus dois namorados

Fiquei surpresa com a qualidade dos especiais de fim de ano da Globo, em especial com o Aline e seus dois namorados baseado nos quadrinhos do Adão Iturrusgarai que eu particularmente adoro.
A Maria Flor ficou ótima de Aline! Adorei! Foi uma ótima escolha de atriz pra interpretá-la. O especial da tv foi filmado em vários lugares conhecidos de SP, o Copan, o Minhocão, Ibirapuera, rua Augusta, etc.  Achei phino.

Aproveitei hoje pra reler o livro, pra matar as saudades. :)

Sem comentários! 

quinta-feira, janeiro 08, 2009

Leiturinhas 2009.



Comprei em dezembro alguns livros numa promoção do Submarino, entre eles o Degeneração, do Robin Cook, que é uma ficção médica sobre engenharia genética e política, demagogias, hipocrisias e egos inflados. Muito interessante, se não fosse a Editora Record a publicar a versão em português. A Record caga completamente uma história boa, pela falta de revisão, numa tradução porca e com erros grosseiros de português, inclusive de concordância dos mais elementares.

Se não fosse pelo preço interessante que paguei nele, ficaria realmente chateada de ter comprado essa edição nacional. Muitos livros eu passei a comprar no original preferencialmente, até porque muitas vezes saem no mesmo preço ou até mais baratos que as versões traduzidas (com exceção de agora, com o dólar ridiculamente alto), sem correr tantos riscos de se contorcer com os erros bizarros que conseguem acrescentar às obras, especialmente em se tratando de editoras cariocas. Minha experiência com editoras cariocas são sempre as piores possíveis, de erros como estes a páginas em branco no meio do livro, entre outras chateações.

Enfim, comecei em dezembro este livro, mas só terminei agora (sim, eu sou bem lerda pra ler... mas considere que foram 510 páginas). Achei que foi uma boa leitura pra começar o ano. Nem consegui chegar na marca dos 30 livros ano passado (se comprar valesse, já seriam bem mais de 30), mas pretendo me esforçar mais este ano pra pelo menos conseguir ler 1/5 dos livros que já comprei (e que são muitos, vide Library Thing).

Veredicto: escolhendo uma nota de 1 a 5, uns 3.5 pra Degeneração.
Estou louca pra ler esses que comprei desde dezembro (pelo menos 15). E vamos ao próximo!