segunda-feira, janeiro 31, 2005

Felícia.

Tenho vontade de apertar o Snarf até ele virar purê, de tão fofinho que ele é.

Burp!

domingo, janeiro 30, 2005

Pasmem.

O Snarf é um comedor de pipocas.
E agora ele está brincando com um amendoim japonês.
HAHAHAHAHAHA!
Eu amo esse gatinho.

sexta-feira, janeiro 28, 2005

Falando em cocô...

Acho que o Snarf se empolgou na comida. Hoje ele já cagou 4 vezes. Uma delas, no carpete do meu quarto, quando deixei ele lá dentro fechado. Nem adianta eu brigar com ele, porque eu quem deixei ele sem acesso à caixinha de areia. Deu vontade, cagou onde deu. Pelo menos não foi crítico pra limpar. Menos mal.
Meu nenê está com uma barriga redondinha, parece eu e JP, com uma pancinha sexy. Huahaha! Não deve ser à toa que ele caga tanto. Hoje eu também caguei horrores.

quinta-feira, janeiro 27, 2005

Meu nenê miante.

Hoje o Snarf dormiu comigo outra vez, e novamente me acordou duas vezes pra brincar, de manhã, mas se comportou bem. Ele é inteligente e obediente. Ou quase isso. Mas é fofo sem dúvida. E hoje comeu ração novamente, e fiquei bem feliz e orgulhosa.
E eu, comi um chocolate pra comemorar.

quarta-feira, janeiro 26, 2005

whiskas

Finalmente consegui fazer o Snarf comer ração, mesmo sendo aquela molinha, de sachê. E ele comeu bastante até, e miou pra eu dar mais. Fiquei super feliz. Amanhã ele já vai voltar a cagar durinho. :-)
Magavilha!

Só estou meio chateada que meu pai continua implicando comigo e com o Snarf, por pura falta do que fazer. Que merda! Ele não sai de casa o dia todo, quando muito vai ao banco e lava uma louça, e sempre se sente a vítima do mundo e fica reclamando o tempo todo, se lamuriando e criando motivos pra pentelhar.
Quando eu saio e deixo o Snarf sozinho ele fica aflito e depois briga comigo porque o Snarf quer atenção, quer brincar, e obviamente tenta obter resposta do velho-cabeça-dura, que apenas chia com o pequeno e diz que a vida dele "tornou-se um inferno". Como se fosse ele quem cuidasse do gato! Ora bolas... no máximo ele passa a mão na cabeça do Snarf quando ele está quietinho e não parece ameaçá-lo (porque eu estou por perto pra evitar que ele suba na perna dele e o arranhe).
Será possível que nem o Snarf vai melhorar o quadro de maluquices dele?

O meu psiquiatra com toda razão insiste em que meu pai se trate, porque ele tem uma série de problemas emocionais para trabalhar. Dentre eles certamente TOC, e talvez até alguma esquizofrenia. Esse medo absurdo de doenças, se cercando delas de alguma forma, sem que no entanto ele cuide de si (apenas lava as mãos compulsivamente e nunca usa um telefone compartilhado) é realmente preocupante, ainda mais quando isso frustra quem está ao redor e torna a vida desagradável.
Meu pai é sempre desagradável.
Sei que ele está se esforçando pra aceitar o Snarf, mas fica o tempo todo dizendo que eu não faço mais nada além de cuidar do gato.
Até parece que a companhia dele me impede de fazer outras coisas. Pelo contrário. Tenho feito coisas em casa, como cozinhar, limpar e lavar louças, coisas que não fazia há muito, muito tempo. E tudo porque o Snarf trouxe alegria pra mim. Me trouxe conforto, companhia, aqueceu meu coração. O Snarf eu posso educar, e ele aprende. Meu pai, não mais. Os preconceitos dele são permanentes, e a mediocridade me entristece, mesmo num momento tão bom da minha vida como agora.

Snarf me arranha toda, mas não tenho como não amar essa coisinha pequetica. Essa noite ele dormiu comigo, e me acordou duas vezes pra brincar. Só precisei ensiná-lo onde cagar uma única vez. Ele é bem esperto, embora tenha só um mês. Meu pai continua se cagando de medo de se "contaminar com toxoplasmose" através das unhadas do bichano. Sem comentários. Não chamo isso de vida. O Snarf me deixou bastante feliz desde que chegou. Pareço a Felícia, que adora apertar apertar apertar seus bichinhos até espremê-los em purê.
Posted by Hello

terça-feira, janeiro 25, 2005

segunda-feira, janeiro 24, 2005

Snarf snarfando pela casa.

Hoje meu pai já deu showzinho por causa do Snarf, às 7:30 da manhã. Agora estou morrendo de sono com o pequeno no colo. Minha mãe fez uma daquelas aparições relâmpago típicas de manhã e disse que o gato tem no máximo 1 mês. Mas que retardada, de trazer um gato tão pequeno! Agora dá pra entender porquê ele só quer saber de mamar e mia tanto.
Hoje ele fez cocô na caixa de areia, como eu ensinei a ele.
Mas ganhei arranhões novos, de quando ele pula no meu colo e tenta subir desesperadamente pra dormir quentinho enquanto eu digito. Esse menino está ficando muito mimado. Hehehe!

Tenho um monte de coisas pra fazer hoje, e meu pai não vai sossegar enquanto não me encher o saco, por isso preciso ir. Assim posso tirar um cochilo mais tarde.

domingo, janeiro 23, 2005

Resumo rápido dos últimos dias.

- Estou totalmente arranhada. Meu gato adora subir em mim e ficar sentado no meu ombro, como um papagaio de pirata. E pra isso usa as unhas pra escalar pelas nossas roupas (ou pernas, e etc). Ou quando enfio remédio goela abaixo ou algo que ele não gosta. Unhas. Em mim.
- JP também saiu feito peneira deste final de semana.
- Cerca de R$ 250,00 gastos entre remédios, comida e coisinhas essenciais para o gato. O gato foi a única coisa "di grátis". Embora sejamos pobrinhos mas limpinhos, ele ganhou diversos presentes.
- Vi hoje o primeiro cocô do filhote atrás da máquina de lavar roupas.
- Quase perdi o post porque o bichano subiu no teclado. Ele gostar de escrever, além de fazer origami com os jornais.
- Ele ronrona e mia a maior parte do tempo. Ou então está dormindo, ou brincando, ou se escondendo junto ao motor da geladeira.
- Não tenho outro assunto além de falar no gato, as coisas do gato, o gato e o gato.
- Acho que vou chamá-lo de SNARF.
- Ele é um puto, só toma leite na mamadeira, enquanto os outros filhotes já comem ração.
- A infecção dos olhinhos dele já está quase curada. Amém.
- Ele ainda espirra de vez em quando. E espirrou bastante depois do spray anti-pulgas, mas sobreviveu e ficou sem bichinhos oportunistas.
- Meu pai já está amigo do Snarf, embora nunca tenha gostado da idéia de ter gato, ainda mais aqui dentro, no seu antrinho sagrado. Só pode ser milagre.
- Estou feliz da vida, embora às vezes esqueça de comer, preocupada em prestar atenção pra não pisar no pequeno. Bom pra emagrecer. Aleluia.
- Ele é pop, é já está no Orkut.
- Está quase na hora dos remédios dele e eu estou com fome. Dizem que gato é muito bom com batatas... Hohohohoho!

sexta-feira, janeiro 21, 2005

O gato.

Quarta-feira acordei com minha mãe depositando uma coisinha miante em minha cama. Acordei meio assustada e mal pude acreditar no que estava alí presente, dormindo ao meu lado. Ele chegou miando baixinho, com os olhinhos vermelhos, infeccionados. Em dois segundos corri pro banho, me vesti num piscar de olhos e levei ele no veterinário.
Ele recomendou dois remédios pra cuidar do pequeno, tirou a temperatura (tadim!) e revistou o gatinho de cima a baixo. Trouxe ele pra casa e comecei a cuidar dele.
A princípio estava preocupada em fazer ele comer, porque ele parecia fraquinho e assustado, além de doentinho, espirrando.
Levei ele na casa da madrinha, que comprou o colírio pra ele e tia Ani me ajudou a catar as pulgas do bichano. Foram mais de 20, grandes e safadas.
Depois de tomar o remedinho e se livrar das pulgas malditas ele dormiu na caixinha dele, protegido pelo cobertorzinho que ganhou da tia Ani e outro costurado pela tia Flávia e ficou tranqüilo quietinho.

Meu principal medo era meu pai. Meu pai nunca gostou de gatos, de bichos em geral. Mais por medo e ignorância que outra coisa. Ele, que sempre viveu cercado pelo medo e pelas doenças (existentes ou não), não admitiria que bactérias assassinas transitassem livremente pelo ar sugado pelo seu enorme nariz.
Tanto foi que ele mal encostou no gato até agora, mas já começou a se adaptar à idéia de ter uma pequena companhia, que mia, brinca pela casa e dorme como um anjinho.

Não tem como resistir a essa carinha meiga de gatinho.
Ele é amarelinho como o Garfield. Parece um tigrinho.
Três pratos de trigo para três tigres tristes.
E desde que chegou, parece que já mudou tudo nesta casa, trazendo muita alegria consigo.

Hoje é seu terceiro dia aqui conosco, e felizmente ele já parece melhor.
Ele ainda não está se alimentando sozinho, nem toca na comidinha.
Fui obrigada a dar leite na boca dele, pra que ele não fique fraquinho e possa sarar logo. Dei os remedinhos e a infecção já está desaparecendo, e também já está espirrando menos. Hoje acordou saltitante e foi assustar meu pai com as brincadeiras dele. (Meu pai morre de medo de ser arranhado, mordido ou qualquer outra coisa assim; é um bobo.) Escala a caixa de papelão, faz bagunça no jornal, escala a parede e pula a madeirinha de apoio da cadeira. Depois corre pra perto da gente. E quando se cansa, volta pra caminha e dorme feito um anjinho.

Na primeira noite em que deixei ele sozinho na cozinha dormindo na caminha dele, fiquei aflitíssima, ouvindo miados da minha imaginação, apavorada com a possibilidade dele miar a noite toda, ou precisar de algo e eu não estar por perto, como uma mãe aflita com o bebê recém-nascido. Tive que tomar um ansiolítico pra poder dormir, cheia de dúvidas, medos e paranóias. Quando vi que ele estava bem no dia seguinte, pude ficar mais tranqüila e dormir bem.

Nunca pensei que esse sonho se concretizaria. E ainda por cima sem meu pai fazer um estardalhaço contra o pimpolho, que ora dorme em meu colo, enquanto estou no computador, ora dorme na caminha, ora brinca ou se esconde debaixo do sofá.

Estou felicíssima, curtindo minha "maternidade" felina deslumbrada com cada passo e tropeço do pequeno gatinho. Agora preciso me decidir pelo nome, mas minha única pressa é para que ele fique totalmente curado e forte o mais breve possível.
Amém.

E miaus.
Prrrrrrrrrrrr...
Ele ronrona no meu colo quando se sente protegido.
Prrrrrrrrrrrrrrrrrrrr...

terça-feira, janeiro 18, 2005

domingo, janeiro 16, 2005

Almost a hair stylist.

Domingo com direito a comida chinesa, colo e Arquivo X.
Chuvinha, primeiro capítulo de Onde andará Dulce Veiga? e um magnífico corte de cabelos feito por mim, graças à utilidade da tesoura escolar Tramontina e a lâmina de barbear de babai cedida gentilmente para meu ato capilar do dia.
Em breve, posto uma foto, se tiver coragem.
Por hora irei escovar os dentes, tentar me livrar do bafinho de cebola e ler mais um capítulo inédito de minhas leituras de cama.

sábado, janeiro 15, 2005

Wish list de aniversário.

Eu vou querer o segundo livro do Harry Potter da Bloomsbury e o volume 1 de Senhor dos Anéis no meu aniversário. Ou até mesmo algum item das minhas gloriosas wish lists do submarino que tem no link alí no canto.
Também quero o Angels and demons em inglês, então peçam logo que esse demora pra chegar.
Para quem não sabe, meu aniversário é no próximo dia 4, anotem em suas agendinhas.
Agrade uma Fabiana e ganhe pontos com papai do céu.

sexta-feira, janeiro 14, 2005

A greve é a festa dos pobres.

Terminei de ler Capitães da areia, também do Jorge Amado.
Foi emocionante.

terça-feira, janeiro 11, 2005

Um porreta.

Terminei de ler Dona Flor e seus dois maridos. AMEI. Jorge Amado é um porreta, definitivamente.

domingo, janeiro 09, 2005

Tô morrendo.

Estou super cansada. JP passou o dia comigo aqui hoje arrumando meu quarto, tirando sacos enormes de lixo, passando aspirador, tirando pó dos móveis e de tudo o que estava pela frente como loucos, e até furar a parede pra pendurar meu quadro de ímãs ele furou. Depois disso, ele só pode ser canonizado. Ainda aproveitei e lavei algumas roupas em duas sessões. No final do dia, estava fedendo como porão de navio negreiro. Agora meu quarto parece outro, como se tivesse entrado no apartamento errado. Impressionante.

JP pra santo já.

sábado, janeiro 08, 2005

Só digo uma coisa:

Hoje o dia foi bom. :-) Ganhei uma caneta nova, uma Uni-ball que tem a tinta transparente que fica azul escuro só depois que escreve, e JP veio me ver, e ficou me ajudando a arrumar meu quarto, o que é tarefa só pra quem é muito, muito corajoso. Quanto mais coisas jogo fora parece que mais coisas a descartar aparecem. É incrível nossa capacidade de juntar tranqueiras inúteis.

Hoje me entupi de sorvete e amendoim, e não me arrependi.

sexta-feira, janeiro 07, 2005

Agora só milagre.

Hoje foi dia de peregrinar pela Puc, apostar as fichas num futuro incerto e cheio de dívidas acadêmicas e me matricular em tecnologia e mídias digitais. E descobri que passei em primeiro lugar na carreira. Hohoho! Poderia ter passado em outros cursos bem mais disputados com a nota que tirei, mas não, escolhi esse curso boboca que provavelmente estará cheio de mocorongos leigos e burros, tudo em nome da futura irritação de Fabiana. Agora seja o que Deus quiser. E ele que não me sacaneie porque já tenho problemas demais.

A propósito, procuro emprego. Faço qualquer negócio, pra poder pagar a mensalidade extorsiva da Puc, antes que me arrependa. Talvez uns 2 empregos e uns assaltos esporádicos, vender drogas... qualquer coisa. Talvez vender um rim... alguém interessado?

quinta-feira, janeiro 06, 2005

quarta-feira, janeiro 05, 2005

I love you. I really do.

Ouvindo Carpenters, ensaiando um melodrama, bocejando pra espantar o tédio. E o que seria da minha vida sem esses momentos?

Minha irmã ligou-me hoje. Isso sempre me deixa feliz, chova ou faça sol. No caso, chove hoje. Não é ruim, embora eu não goste de carregar o inconveniente do guarda-chuva.

A preguiça está fungando em meu cangote.

Pois sim...

Só pra deixar claro, não estou tão gorda assim. É que as pessoas ao meu redor estão magras demais, só isso.

...

Óinc.

Uma estrovenga forçuda na extremidade retal.

Segunda-feira mamãe fez uma aparição relâmpago, mas ficou tempo o bastante pra dizer que estou tão gorda que pareço as porcas peladas que a mãe dela criava. Fiquei meio embasbacada com o comentário que passei alguns segundos intermináveis sem reação, pensando no que responder. Decidi abraçá-la e dar feliz ano novo. Ninguém mandou eu comer tanto. Passo mal com essas bizarrices familiares... é cada um pior que o outro.
Pelo menos não levo mais cacetadas no ano novo por pleitear um copinho plástico de batida de abacaxi numa barraquinha de praia. Agora já estou praticamente imune, adulta e vacinada, embora gorda feito uma porca pelada.
Melhor pensar que isso foi um elogio... ¬ ¬'

Ontem saiu o resultado do vestibular da Puc, e claro que passei. Até um mongol teria passado. Menos de 1 candidato/vaga no curso que prestei. Isso não merece comemoração. Se eu não fosse uma criatura tão desorganizada poderia ter lembrado de fazer a inscrição da Fuvest antes de encerrar o prazo, e aí sim, seria motivo pra comemorar, após ter feito a prova e passado lindamente. De qualquer forma, penso seriamente em prestar Letras este ano. Mesmo que signifique continuar pobrinha de havaianas laranja e suvaco peludo por falta de reais pra ser assídua na dona Luzinete. Terei ainda de ouvir ela resmungando que já dá pra fazer tererê. Pelo menos eu me divirto. Ou não. Sei lá.

A vida é esquisita demais. Me sinto em órbita com esse remédio que estou tomando, embora ainda consciente pra escrever neste blog, fiel companheiro.
Mas vou agora me enfiar debaixo do edredon e ler o Jorge Amado e lamber os beiços com o mungunzá de dona Florípedes Paiva Madureira. Além do que, logo mais terei muitas coisas a fazer, portanto vou me windows.

Porca pelada... era só o que me faltava... tsc, tsc, tsc.

segunda-feira, janeiro 03, 2005


Hoje dormi tanto que quase virei japonesa. Socorro.

Como diria minha amiga Ana, que calor da porra é esse? São Paulo está uma sauna gay hoje. Quero frio, neve, casacos e cachecol. Sexta passada fui nas lojas Renner trocar meu sapatinho verde que ficou enorme no meu pé, e como não tinha mais aquele modelo, eu troquei por uma sandália branca e comprei esse conga vermelho que estava em promoção. Nada mais justo que sapatos novos no ano novo, não é mesmo?
Posted by Hello

Cachaça com pinto de leprechau.

Estou aflita, ansiosa e com sono. Quero massagem nas costas e que chegue quarta-feira logo. E espero conseguir ler antes de dormir sem babar nas folhas.

sábado, janeiro 01, 2005

Feliz ano novo.

Ontem quase morri de dor de cabeça, cólica, depressão e gripe, mas vim pra casa do João Paulo passar o reveillon. Eu só queria ficar quieta no meu canto, sossegada, sem ninguém pra me encher o saco, sem ninguém grudando, em silêncio, mas tive que quebrar um pouco da minha apatia de ano velho e adentrar o ano novo com os fogos insuportáveis. Hoje já estou melhor, sem dor de cabeça, mas ainda assim, me sinto um pouco inconformada, como ontem, que precisava do isolamento, da distância das pessoas e sem os fogos pentelhos.
Talvez eu esteja doente, mas não me sinto mal por isso.

Só espero que este ano as coisas funcionem e sejam melhores pra mim e minha maldita família de gente esquizofrênica e mal resolvida. Sinto-me tão cretina quanto todos eles agora. E quero me libertar disso apesar de tudo, e do hábito cômodo de estar sempre nessa mesma merda, reclamando. Quero que da merda saia um pouco de ouro, pra variar um pouco. Só um pouco de vida e talvez felicidade, que já não sei onde deixei.

Obrigada.