quinta-feira, março 31, 2005


A Julia e eu, batendo papinho. Somos finas.

Confesso que fresquei. Again.

Tudo tão esquisito... que nem sei explicar.
O Snarf está com quase 4 meses e solta exclamações ao longo do dia enquanto apronta as peripécias dele. Faz "humpf", "grunf" e "cabrunf" ao modo dele. Só podia ser meu gato.
Meu popô ainda dói do tombo do final de semana.
A balança apitou como o navio do icq indicando que cheguei no auge. Eu quero tirar todo esse recheio de mim. É muita gordura pra uma carcaça humana.
Eu virei representante de sala na Puc. De certo modo, por eleição indireta, por ir gradualmente assumindo as responsabilidades que os outros tiveram medo de encarar. Nem precisou votação, nada... fiquei espantada com certa unanimidade. Acho que o povo pensa que sou cdf. Quer dizer que engano bem. Sempre que alguém tem que ser escolhido pra alguma coisa o meu nome é citado como o "SIM" em dia de casamento.

Mas voltando ao que interessa, eu preciso caber nas calças. Julia, manifeste-se! Vamos retomar nossos planos de domínio do universo e dietas emergenciais.
Eu gosto das aulas de Cultura Contemporânea. Preciso achar um livro no sebo...
Sou uma procrastinadora irremediável. Mas pelo menos aprendi a fazer café.

quarta-feira, março 30, 2005

Até o Google tem bom gosto. Ui!



Considerando que o Google já é praticamente uma entidade em nossas vidas modernas, um oráculo, um guru, um sábio que transcende a sabedoria "a nível de" onipresença.
Praticamente parte da família.

Ecos do Ego.

Porque o Orkut tem suas utilidades de vez em quando. Amém.

sábado, março 26, 2005

Dia de Ibirapuera.


It's raining men, haleluia!
Originally uploaded by FleaCircus.

Embora a foto seja só da minha janela.

JP comprou patins e desenterrei os meus do armário. Klebão foi no skate e como uma famí­lia feliz, fomos todos alegres e contentes ao Ibirapuera vencer o desodorante.
E foi lindo. E eu levei um tombão e atropelei um moleque de bicicleta. Derrubei ele, que caiu com bike e tudo em cima de mim. HAHAHAHAHA! Foi patético. Mas ninguém se machucou. Porém, todavia, entretanto, minha bunda agora dói. =õ(
Mas o dia foi bastante divertido.
Na volta JP estava atrás de uma kombi com pelo menos uns 40 nêgos lá dentro. Só no vidro traseiro tinham uns 15 narizes grudados dando tchauzinho. Eu dava tchauzinho e eles davam tchauzinho. Eu fazia joinha e eles retribuiam, todos os 15, 20 nêgos grudados no vidro de trás da kombi. E eu chorava de rir.
Foi muito bacana, e eu finalmente fiz algum exercí­cio com essa minha bunda gorda.
>E também vi uma exposição lá no Ibirapuera com o Kleber e JP-de-bico. Tinha Lasar Segal, Aldemir Martins e um Di Cavalcanti. Assim, pertinho do meu nariz... muito emocionante.

E agora vou tomar banho e ver se minha bunda para de doer.

sexta-feira, março 25, 2005

Insônia de cu é rola.

Aquele sujeito que se diz meu namorado não teve a capacidade de fazer a gentileza de ao menos me telefonar durante o dia todo. Esperei a semana toda ansiosa pelo feriado pra ver ele, e o que acontece? Ele sequer lembra da minha existência e passou o dia dormindo porque viu arquivo X de madrugada.
Se foder, hein?

Tô chateada mesmo, não vou mais sair com ele tão cedo.
Compro um vibrador e fica tudo certo.

quinta-feira, março 24, 2005

Alguém sabe fazer a dança da neve?


Hoje fiz strogonoff de carne de soja, comi demais e fui com meu pai no supermercado. Também comi um salgadinho kosher daqueles importados de Israel. Achei bom. Pena que é tão caro... ¬¬' Na verdade é bom que seja caro, porque minha bunda está tão grande que pede atitudes emergenciais de minha parte. Entre elas, parar de comer porcarias. Ou parar de comer qualquer coisa além de pepino e alface. Foda... vida de gorda é uma merda.

Tô morrendo de sono, acho melhor eu ir dormir.
Nhé.

The media is the massage.

I can't believe it! Fazia bastante tempo que eu não perdia um post.
Pois é.

terça-feira, março 22, 2005

Hoje é o dia da água e o Snarf dorme na minha pança.



Meu pai está insuportável, sinal de que já está bemmmm melhor.
Eu tenho um monte de coisas pra fazer, mas nem sei por onde começo.
Não queria ter que levantar, porque o Snarf está dormindo no meu colo, e ele fica tãããooo bonitinho assim... muito fofo meu nenê.
Domingo fui com o fofucho no Wal-mart e comprei um pônei. Porque eu sou meio bichona mesmo, e precisava de um pônei, sacumé?

sábado, março 19, 2005

Ontem fiz meu primeiro café.


I do like this one.
Originally uploaded by fabilomo.

E viva a cafeí­na, ora pois. E hoje revelei o filme que estava na minha lomo, e aproveitei pra terminar as últimas poses com dupla exposição na barraquinha da feira. E o pior é que eu adorei essa foto aí­. Ficou inusitado o resultado; na versão impressa as cores parecem mais vibrantes.

Tô com sono, e amanhã cedo tenho aula novamente. *suspiros*

quinta-feira, março 17, 2005


Viva a actionsampler e a dupla exposição. :-) E viva o Snarf.

quarta-feira, março 16, 2005

Saído do inferno.

Se meu pai tivesse morrido no hospital, a dor seria menor do que a que ele me proporciona estando vivo. Sei que pode parecer cruel dizer isso dos pais, mas nessa encarnação a minha escolha foi bem ruim. Meu pai é fresco, com todas as letras. Não tenho espaço na minha vida pra gente assim. Além de fresco, escroto. E minha tolerância chegou ao fim.

Foto by Smena Symbol. Sem edição.

Estou gratíssima pela gentileza da Bi. Mas agora ela bem que poderia me ajudar a levar meu pai de volta pro hospital... ele tá muito chato! Saudades daquelas 3 semaninhas de paz. *suspiros* Fico imaginando o quanto ele não azucrinava a paciência dos médicos e enfermeiras. Ficar me hospital é sempre horrível, claro. Mas tendo o que ler dá pra aguentar, eu acho.

Tô com sono.

terça-feira, março 15, 2005

De volta aos velhos tempos.

Meu pai já está de volta, em sua melhor forma: me ofendendo, fazendo gracinha pra eu morrer de vergonha, reclamando muito e me azucrinando. De repente eu passei a achar péssima a idéia dele ter tido alta. Ele poderia passar mais algumas semanas no hospital, e me pouparia de sua síndrome de Peter Pan autista.

segunda-feira, março 14, 2005

sexta-feira, março 11, 2005

lomolovelomolovelomolovelomolovelomolovelomo


Iurrúúúúúúúúúúú!!!!! Lomography, aí vou eu!!! Chegou minha Smena Symbol! Chegou minha Smena Symbol! Lálarirará! :-D Estou feliz da vida! Mal vejo a hora de ver as minhas lomografias. Nhai! Hihihi!
♥ ♥ ♥ É linda minha lomo. ♥ ♥ ♥

quarta-feira, março 09, 2005


Fofura Master, aka Snarf, tomando sol e a mamãe enchendo o saco durante seu soninho da tarde.

O Snarf tá muito fofo... nhai! =^.^=

Alegria, alegria!

Hoje tive um dia repleto de notícias boas.
Já estava mesmo na hora.
Nem me aborreci com o sol.
Até achei lindo ele brilhando.

segunda-feira, março 07, 2005

A kick in my ass.

Nhé, amanhã terei duas aulas chatinhas. Chatinhas de bobas e óbvias que são pra mim. Inglês instrumental e redação. A professora de inglês parece meio maluca e a de redação fala como se fôssemos crianças precisando de cartilhas de alfabetização (não que os outros alunos não precisem de fato). O tempo parece que demora a passar... que sofrimento! Hoje deu sono na primeira aula, e a segunda ainda foi razoável e comi aquelas pipocas doces horrorosas que vêm num saco rosa.

Ansiedade é uma droga.

Daqui a pouco eu tenho um treco se depender de toda essa ansiedade... ai, caramba! Quero agora, quero tudo já. Ai, ai, ai!

domingo, março 06, 2005


Estou num misto de ansiedade, aflição, chateação, e outras coisitas mais que me deixam mais esquisita que o normal. Além do sono constante, a procrastinação, o medo, a burrice. Porque deixar de fazer certas coisas logo é pura burrice mesmo. Fazer logo as coisas certas.

sábado, março 05, 2005

Lomography.

Pois é.

Nhé!

Estou bem chateada, a quem interessar possa. A quem deveria não interessa, então foda-se. E a gente segue andando. Não fosse a companhia do Snarf nessas horas, minha vida não teria mais sentido. Eu penso comigo: eu não posso desistir. Mas eu tenho gosto pela derrota e vou sempre querendo entregar os pontos sem batalhar porra nenhuma. Porque eu sei que minha vida é e sempre será cheia de obstáculos, e isso me deixa muito triste, e eu sou preguiçosa, queria algo mais cômodo, confortável. Passar a tarde na manicure sem peso na consciência, sem pensar em trabalho, contas a pagar, nome no SPC, pai doente, vida cheia de percalços, família esquisita, dever 11 reais pro taxista, a pia cheia de louças pra lavar, uma bunda enorme que não cabe mais nem nas calças 44, toda a confusão da minha mente e os problemas rodopiando noite e dia para que eu nunca os esqueça, mesmo que o queira. É óbvio que as pessoas normais têm seus problemas e nem por isso se deixam intimidar, porque isso é a vida mesmo. Talvez seja hora de eu começar a andar apenas com pessoas mais batalhadoras, mais bem resolvidas, que estou farta de ter exemplos de coisas que não pude, não posso e não poderei me dar ao luxo, "a nível de" estilo de vida.
Queria muito que houvesse aprendizado sem sofrimento. Isso tudo apenas tem me tornado mais amarga. De certo modo, intolerante, chata mesmo. Invejosa, talvez. Não me conformo de ver gente esbanjando na minha frente; é mais ou menos como comer um frango assado na frente de um cara que não come nada há uma semana. O cara pira. Ou não, sei lá. Nunca fui muito católica mesmo.
Tô cansada disso tudo, a vida maltrata. Meu corpo padece por causa da minha burrice. Cérebro idiota, como diria o Eustáquio(?). Idiota. Talvez fique bom num pote de repolho em conserva, só serve mesmo pra chucrute. Écati.

quinta-feira, março 03, 2005

Notícias das últimas 24 horas.

* Assisti O espanta tubarão / Shark Tales.
* Fiz entrevista de emprego.
* Entupi a privada.
* Confirmei minhas suspeitas de que o Snarf é mesmo um Garfield. Ele gosta de lasanha.
* Comi minha lasanha escondendo ela do Snarf.
* Tenho medo da privada entupida e dos cocôs boiando e não quero ter que desentupí-la.

Tenho sono, muito sono.
Vou tirar um cochilozinho antes de sair.

quarta-feira, março 02, 2005


Estava olhando as fotos que tirei com a webcam no dia em que o Snarf chegou em casa, com cerca de um mês de vida, miudinho e doentinho. E agora ele está saudável e um verdadeiro tigrinho. Dá até saudades de quando ele era menorzinho e ainda mamava. Embora o Snarf continue sendo filhote. Agora ele está com 3 meses, ou quase isso. E tem sido minha melhor (e única) companhia nos últimos dias. Até quando ele apronta alguma eu acabo dando risada. Ontem peguei ele em cima da pia da cozinha dentro de uma panela. Ao invés de brigar com ele, tive um ataque de riso. Ele me deixa muito feliz. Às vezes nem acredito que enfim tenho um gatinho. É tão bom... =^.^= Hihihi!

terça-feira, março 01, 2005

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Originally uploaded by Coffee Break.

HAHAHAHAHAHA!


Snarf, você é um capeta, mas a mamãe te ama. Miau!

As pessoas e o amor pelos problemas.

Gostaria muito que algumas coisas fossem mais simples, que a vida fosse menos amarga e mais doce e eu comesse menos doces também, assim poderia emagrecer.
Não sei como deveria me sentir em situações que você cai em si, e nota que você tenta encarar as coisas numa boa estando tudo uma merda e de repente percebe que as pessoas sem problemas relevantes arrumam pseudo-problemas para dramatizarem suas vidas só pelo prazer de se dizerem infelizes vítimas do mundo. Tá, talvez eu seja uma delas em certos momentos, mas na verdade sinto um certo desprezo em relação a tudo isso, e até às pessoas nesse caso. Porque quando elas começam a se queixar da redução dos mimos habituais como se fosse o fim, e você sem pestanejar sempre aceitando suas sobras, aquilo que não serve mais, sem dignidade alguma, dá uma grande sensação de tristeza. Não sei se por mim ou por pena alheia.
Quero que meu pai volte logo pra casa, que tudo corra bem, eu consiga bolsa de estudos na Puc e possa continuar o curso de inglês aos sábados. Seria muito?
E um estágio ou emprego também viria em boa hora. Porque diferentemente de outras pessoas, só conto com meus pais pro estritamente essencial, e sempre com a incerteza e o medo de até quando isso vai durar, com a nítida visão da realidade, que mesmo isso é bastante frágil e pode acabar agora mesmo. E eu não queria que fosse assim. Me sinto extremamente desamparada, sem saber pra onde ir. E não quero que me digam "contem comigo" e aquela conversinha habitual que todos sabem ser apenas mera cordialidade. Eu não quero a caridade alheia. E certas vezes eu mesma duvido de que tenha alguma força de fato ou algum vigor e talento pra construir uma vida mais espessa.