terça-feira, maio 25, 2004


Zebrinha. Posted by Hello

Benalet é gostoso e Hello Kitty é do mal...

Até que chupar essas pastilhas pra irritação na garganta é divertido. Parece bala. Na verdade não deixa de ser... Enfim, que importa?

Hoje fui pro cursinho parecendo uma sacoleira vinda do Paraguai, cheia de tralhas. Fichário pendurado no ombro, mais uma bolsa pra carregar a apostila-que-não-cabe-dentro-do-fichário-porque-tem-um-tamanho-ridículo, pendurada no outro, a mochilinha do Bug's Life nas costas e um guarda-chuva na mão. Não pretendo repetir a dose.
Na volta, ainda passei no Mac porque estava com fome (mas na verdade só fui porque a Hello Kitty me hipnotizou e me persuadiu a ir lá adquirí-la) e voltei no ônibus com tudo isso, mais a caixinha do Mac Lanche Infeliz na mão com o cartão do ônibus junto, pra me atrapalhar melhor. Aí o telefone toca dentro da mochilinha e até eu conseguir me desvencilhar de todas as outras tralhas debaixo do guarda-chuva (pois estava chovendo) e atender, chegou o ônibus e a ligação tinha caído. Hahahahahaha!

Sexta passada eu fiz o simulado no Etapa de tarde e depois fui comer com o JP e vim pra casa mais cedo, já que estava morrendo com essa gripe (ou resfriado, se preferirem assim chamar esse meu status atual de moribundice) e como não parava de chover e o ônibus levou eras glaciais pra chegar e depois chegou lotado e não tínhamos guarda-chuva e tudo parecia conspirar, acabei cedendo aos apelos do fofucho e fomos pra casa de táxi. (E na banca ao lado do ponto de ônibus tinha uma revista de bundas com uma chamada de capa infame, que nos fez morrer de rir. Algo como "o que fazer em caso de abdução".)
Pois o táxi que pegamos tinha cheiro de cachorro morto (tá, estou exagerando um pouquinho) e eu não sabia se o taxista alugava o automóvel pra mendigos dormirem aquecidos em noites frias na hora de inatividade ou se o cara estava há tantos anos sem tomar banho que soltava aquele perfume de trevas e possivelmente tinha até piolhos. Eu estava começando a ficar com vontade de me coçar, de puro desespero, com medo de carrapatos grudarem em mim lá no banco traseiro.
Pois desgraça pouca sempre é bobagem. Além do cheiro de calça cagada dentro do carro, o cara ouvia Kelly Key durante o interminável trajeto. Pois eu até suporto a Kelly Key. O pior foi depois da Kelly Key. Sabe aqueles pagodes HORROROSOS, indescritivelmente dor-de-cotovelo com criaturas fanhas proferindo notas desafinadas geradoras de desespero em Fabiana? E nem com indiretas o cara tirou o pagode. JP ia me bater se eu falasse pro cara desligar o rádio (ou não, mas resolvi não irritá-lo). Chegamos e foi um alívio como o de pisar em terra firme depois de 3 meses no mar.

Mas, e daí?
Eu tenho uma foto com um Lango Lango e vocês não tem! Hahahahaha!
Eu adoro essas merdas. Preciso achar uma vítima com scanner. Alguém se habilita?
Falando em fotos, babai vai me matar quando descobrir que paguei um mês de goldcamera no fotolog. Eu não deveria mesmo. Mas não resisti, já que um mês vale dois por dois dias no aniversário de dois anos do dito cujo. E fiz uma foto pra participar do concurso de melhor foto de aniversário. Muita reza neste momento. Torçam por mim! =oD
Fiz com a webcam, mas modéstia à parte, achei que ficou bom o resultado, considerando uma webcam de 0.8 megapixels, enquanto o povo tira fotos com câmeras que nem se eu desse o rádio eu poderia comprar. Um bom uso do recurso, vai dizer que não?
Bom, vou me embora pra Pasárgada que já é tarde.

domingo, maio 23, 2004

Beu dariz dá endubido...

Preciso comprar xarope, hoje tossi à beça.
Meu pai não se faz de rogado quando chio com ele por causa de suas manias escrotas, como pendurar toalhas na janela. Ninguém normal pendura toalhas na janela de um prédio. Mas ele não é normal mesmo... isso que me desespera.

Tô com uma bolha no dedinho do pé, e a unha do dedão do pé direito está maior que a unha do dedão do pé esquerdo, assim como o domingo está para Sílvio Santos e seu microfone de ouro.

Estou esperando JP chegar, e preciso tomar banho antes que ele resolva brigar comigo porque fiquei enrolando.

Yeah, yeah, yeah.

Sábado tem gosto de chocolate. Adoro (sábado e chocolate)! Deveríamos ter mais sábados por semana e dias frios com direito a pipoca e edredon. Gostaria do repeteco e aposto que não sou a única. Exceto quando tenho alguma atividade no Etapa, que é uma baita sacanagem nas tardes sagradas de sábado.
Hoje por exemplo, teria um simulado do Enem, mas consegui fazer ontem de tarde, no horário da turma da manhã, porque eu sou foda. (Até parece.)
A gripe ainda está me matando e eu tusso, enquanto meu nariz escorre, mas pelo menos tenho conseguido dormir mais cedo com o sono proporcionado pelos medicamentos. Ou seja, há um lado bom em tudo isso (embora ter gasto 20 reais com anti-gripais não tenha me deixado muito contente).

Tô ouvindo novamente o cd da Etta James. É uma delícia. E dá pra entender direitinho o que ela canta. Ouvi agora há pouco uma entrevista no site da Speak Up e o cara entrevistado falava tão corrido e sem pausas que não dava pra entender nada. Acho que ele nem respira afinal; coitado.

E agora é aniversário da Ana Paula, que eu gosto muito. Vão lá desejar felicidades a ela!

De tarde a Bi me ligou pra me chamar pra ir no teatro, mas eu estava no banho e com duas fitas pra ver com o fofucho e acabou não dando. Preciso ligar pra ela depois e agradecer o convite. Gostaria de ter ido, mas fica pra próxima. Já faz um século que não vou ao teatro.

Assisti Premonição 2 com o fofucho. Filme com cara de domingo, sabe? Legalzinho.

Coisa mais linda, eu vestida de meia calça preta com havaianas laranja.
Pense em surrealismo. É isso.

sexta-feira, maio 21, 2004

Água no ouvido.

Estou com aquela sensação chata de água no ouvido. E se tem água mesmo, ela não quer sair.
Estou enriquecendo as indústrias farmacêuticas com anti-gripais.
Ontem gastei 20 reais só com remédio.
Eu quero aquela Hello Kitty do MacDonald's. Só que um Mac Lanche Infeliz está o mesmo preço de uma promoção normal, ou seja, quase 9 reais.
E foda-se quem acha que eu reclamo demais. Que venha morar aqui no meu lugar então. Duvido que agüentem mais de uma semana.

quinta-feira, maio 20, 2004

Atchú!

Mais uma gripe (ou resfriado?) pro meu acervo anual.
Nada bom...

Tô com frio. Vou pra cama. Botei mais um edredon essa noite e sair de lá tornou-se mais difícil no dia seguinte. Hehehe!
Estou tomando Ginkgo biloba e ontem troquei minha escova de dentes.

quarta-feira, maio 19, 2004

À espera de um milagre.

Estou ficando gripada e meu pai não para de me encher o saco sequer um minuto. Fica me infernizando achando que gripe se resolve botando casaco. Não entendo por quê os velhos tem essa mania de achar que um casaquinho resolve tudo. Não resolve, gripe é viral e não casacal! Minha avó era a mesma coisa. Ele ficou igualzinho a mãe dele. Só falta usar bengala e bater nas pessoas com ela em momentos de chiliquinho.
Caralho! Como ele me enche o saco!

Desculpem eu só reclamar, reclamar e reclamar. Mas como não posso pagar terapia, é o que me resta fazer.

Daqui a pouco vou pro cursinho outra vez.
Geometria me assusta. Química e física não fazem sentido na minha cabeça.
Geografia e história não me atraem também, mas o que há de se fazer?
Deixei uma redação na segunda-feira com o professor. Espero que ele sobreviva.
Às vezes exagero um pouquinho quando começo a escrever. Deveria ser mais sintética, é verdade. A Nanami me disse isso na primeira redação na Cásper ano passado.

Acabo de descobrir que estou com a mão azul. Só não sei do que.
Vou tentar sumir daqui logo, que não agüento mais meu pai enchendo o saco a cada vez que eu tusso. Nem tossir eu posso em paz! Inferno.

terça-feira, maio 18, 2004

Quem sou eu? Somos playmobils de uma alma sebosa a qual não conseguimos enxergar?

Já notou o quanto somos hostis às vezes, apenas por estarmos na defensiva?
Que estamos sempre na defensiva porque já cansamos de apanhar na cara?
Que quando apanhamos da vida nós aprendemos alguma coisa, e criamos carapaças?
O quanto às vezes nos sentimos parte de um todo que não é exatamente onde estamos?
Que o mundo parece ser tão estranho o tempo todo que apenas tentamos não pensar nisso para não enlouquecermos?
Que só conseguimos seguir em frente justamente por não estarmos pensando nessa estranhidão?
Algumas pessoas compreendem, outras nunca chegarão a esse grau de reflexão. Talvez a achemos burras, mas talvez elas é que sejam muito espertas e abençoadas por simplesmente não se preocuparem com essas bobagens?
Quando pensamos nas desigualdades ficamos deprimidos, mas mesmo assim, temos que pensar no nosso umbigo porque temos que sobreviver à hostilidade, e por isso somos hostis de carapaça na defensiva agressiva?

É tudo muito bizarro. É tudo muito desconfortável.

segunda-feira, maio 17, 2004

Estou velha.

Diálogos de cursinho:
Cretino 1, 2 e 3 estão conversando durante a aula por um tempinho sem que respeitem a mim, que estou do lado tentando prestar atenção na aula de redação.
Fabiana se irrita: Escuta, dá pra vocês conversarem lá fora ou falarem outra hora, por favor? Eu estou tentando prestar atenção e essa conversa de vocês está me atrapalhando.
*silêncio*
E eu assisto minha aula.
Fim da aula.
Cretina 1: Escuta, quando quiser nos aborde de outra forma, você não precisava falar daquela maneira.
Fabiana: Eu tenho dificuldades de me concentrar com conversas paralelas. O mínimo que deviam fazer era respeitarem quem está aqui querendo aprender e ver a aula.
Cretina 1, com o 2 e 3 falando algo que não entendi ao mesmo tempo: mas estão aqui e pagaram pra assistir a aula, nós estávamos falando sobre a matéria e não só conversando.
Cretino 2: era sobre a matéria, pipipi popopó.
Fabiana: o assunto e motivo do diálogo de vocês pouco me importa, desde que façam isso fora da aula ou durante os intervalos. Em momento algum faltei com respeito no meu pedido. Eu poderia simplesmente ter mandado vocês falarem no quinto dos infernos, mas pedi por favor que interrompessem o diálogo pra que eu pudesse me concentrar na matéria.
Houve uma pequena discussãozinha sem sentido, com o Cretino número dois resmungando entre a Cretina 1 e a Cretina 3.

Falaram mais alguma coisa, mas não prestei atenção. Aí o professor entrou na sala e tentei me acalmar e entender a aula de química.
Definitivamente, devo estar velha, e não me refiro a idade biológica.
Ou talvez eu seja certinha demais (quem me conhece de longa data irá rir) e não suporte gente sem noções de educação, de modo que acabo não usando eufemismos na hora de abordar alguém pra dizer o que penso.
Talvez eu seja apenas mala, ou talvez não. É melhor eu pensar que não em nome do amor.

JP disse que eu é que não sei falar com as pessoas. Será?
O Gustavo também já me disse isso.
Por que as pessoas entendem errado quando uso português claro e deixo evidente todos os porquês? Não acho que preciso tratar ninguém como criança, pois nessa idade ninguém é mais tão fragilzinho assim.

Fim do episódio cursinho de hoje.

Esperei um tempão o ônibus. Antes tivesse levado em conta a hipótese de voltar a pé. Teria chego antes e queimado umas calorias.

E há alguns minutos levei um tombo aqui na porta desse quartinho num maldito tapetinho inútil que estava na porta e escorregou. Surfei naquela merda e fui ao chão.
Não falta mais nada. Ainda bem que já deu meia noite, assim não corro riscos de acontecer mais nada por hoje pelo menos.

Acho que minha mãe esteve aqui enquanto estava na aula.
Há comida na geladeira dentro de tupperwares e um pedaço de bolo, que não brotou por livre e expontânea vontade lá dentro (a furada teoria da abiogênese! Ohhhhh!).
O que será que ela pensa de mim, já que não fui na casa dela ontem? Ela deve me odiar agora. Ou não? Não sei. Como não atendi telefones hoje, ela deve ter ligado pra me xingar, mas ainda não ouvi o "nunca mais faço nada pra você". Estou adiando este momento.

Estou mais ou menos hoje.
E ainda por cima ainda não menstruei direito.

Raindrops keep falling on my head...

Finalmente está frio e eu estou sem coragem pra tomar banho no cruel chuveiro elétrico, que tem manias de me ver praguejando de frio com o seu esquenta-não-esquenta. Vou desse jeito mesmo pro cursinho, já que ninguém há de me cheirar e tomo antes de dormir então.
Agora de tarde assisti a fita que peguei ontem com o fofucho. Nova safra de filmes nacionais. Vi O caminho das nuvens, com a Cláudia Abreu e o Wagner Moura. O pior de tudo é assistir tudo aquilo ciente de que foi baseado em fatos reais. O que a fé e a certeza de um ideal não fazem afinal? Bonito. Fiquei com pena daquele nenê com um puta nariz de batata, enorme. Um nariz andando com um nenê pendurado, praticamente.

Hoje de tarde peguei meu pai desenhando em bananas. Isso mesmo. Desenhando em bananas.
O que mais posso dizer?

O telefone não para de tocar, não atendo porque não sei quem é. Colocar o tal Detecta não seria ruim afinal. Meu tio por exemplo, não tenho muita alegria em atender. Hoje ligou o zelador do prédio onde ele mora pra se queixar com meu pai que o velhaco chamou a polícia pra armar um barraco porque uma conta sumiu de debaixo de sua porta. Ele perdeu totalmente a noção do ridículo e da seriedade das coisas. Parece uma velhota carente querendo chamar a atenção, procurando motivos para ser a estrela do circo por alguns breves momentos. Tô perdida... olha a família que fui arrumar!

Enfim, vou cuidar da parte que me cabe. Simbora!

domingo, maio 16, 2004

Todo domingo havia banda no coreto do jardim...

... e tive um ótimo domingo. Pé de caximbo.
Não fui na casa da minha mãe e conseqüentemente irei ouvir desaforos em breve, mas fiquei aliviada de não ter ido.
Fui ao cinema com o fofucho e vimos 50 first dates que eu A-D-O-R-E-I, embora boboca.
JP me deu presente! Ganhei um Patrick lindo, lindo, lindo! Mas ficou com o fofucho.
Depois do filminho viemos pra casa e antes passamos na locadora.
E ficamos juntos e eu fiquei feliz, feliz, feliz!
:-)

Passaram talquinho de enxofre no meu popô.

Meus pais são um carma que me farão ser canonizada se eu conseguir agüentá-los.
Mas, é mais provável que eu vá pro inferno por deixar mãe esperando no domingo pra eu almoçar com ela. Tenho culpa que ela mora no quinto dos infernos e eu odeio profundamente ir lá? Odeio ter que pegar lotações clandestinas cheias de gente estranha ouvindo pagode e motoristas semi bêbados na via Dutra olhando pro banco de trás enquanto dirigem.
Definitivamente, eu odeio isso. Não tenho culpa se ela resolve fazer almoço naquele lugar. Poderia fazer aqui, mas não, ela faz lá no final do universo.
Ou vou contrariadíssima e com uma puta cara de cu ou fico e não perco meu dia e depois ouço ela reclamando e me deserdando pela vigésima vez consecutiva.

Por que não me deram pais normais, pô?
Meu pai tá carente e resolveu encher meu saco. E fica perguntando do JP, porque gostaria de encher o dele também. Engraçado que ele diz ter tantos amigos, e no entanto, o inerte fica aqui sozinho e sobra pra mim. Isso não ajuda em nada a débil saúde mental dele.
E nem a minha, que sou obrigada a ouvir os gritinhos histéricos pela casa.
Sabe surrealidade, maluquice, non-sense? São palavras feitas pra descrever minha família.

Acabou meu crédito no cartão do ônibus e não deve ter nenhuma lotérica aberta hoje pra botar. E não terei dinheiro pra botar. Essa história de não ter dinheiro já encheu o saco. Essa semana tive que ligar pro JP no meio da noite pra ele transferir 10 reais pra minha conta, porque não consegui passar R$7,60 no redeshop no Pão de açúcar. Humilhante.
Hei de passar em algum concurso, se Deus quiser e Ele que não se atreva a me sacanear.

Comi feito um dinossauro essa semana e a balança já acusou. Eu não tenho mais onde engordar, já engordei tudo o que podia e não podia. Tô um verdadeiro monstro do pântano. Só não tô pior porque já tomei banho hoje.

O dia está ensolarado e o céu azul.

sábado, maio 15, 2004

Pensando em fechaduras mecânicas bonitas.

Hoje acordei cedo, fiz ginástica no banheiro seminua olhando pras páginas de Boa Forma antes de tomar banho e às 9hs da madrugada fui pro cursinho lá na filial da Ana Rosa pra um ciclo de literatura, que teve O primo Basílio, de Eça de Queirós e Memórias de um sargento de milícias, que me torturou com o sono que já sentia e que se acentuou com o tédio proporcionado pelo professor fazendo piadinhas infames.
Então, na segunda palestra saí antes do término pra me poupar daquela tortura, já que já estou lendo o referido livro e peguei o resumo e dados da obra.

Aí encontrei o fofucho perto do metrô Ana Rosa e fomos pra casa, onde almoçamos comida chinesa e me entupi de comida até não poder mais. Acho que nunca comi tanto assim.
Vou me sentir um monstro do pântano porque comi um yakissoba inteiro sozinha.
E de noite fomos na casa da tia do fofinho, e eu dei umas cochiladas no braço do baby entre uma tentativa de leitura e outra. Aí comemos (calorias são meu pesadelo hoje) fondue de queijo e chocolate. Sinto lágrimas a brotar. Tava bom, mas eu preciso caber nas minhas calças que estão a vácuo no momento. Não dá.

Chego em casa, dei uma cagada brutal que me deu uma indescritível sensação de alívio.
Tirei um peso ENORME de dentro de mim. Credo.

E antes de irmos pra casa passamos no Standcenter e comprei uma cover plate fumê pro meu celular. O mais puro plástico chinês. E ganhei uns cds do baby.

sexta-feira, maio 14, 2004

Cuidado! Eu tô podendo! Com p de pato.

Estou com vontade de fazer xixi, então tentarei digitar o mais rápido que eu puder.
Vou cronometrar (viadagem sim, e daí?).
Estava voltando agora há pouco do cursinho e enquanto pensava coisas como "preciso estudar mais química e física e geometria, que são as matérias em que eu mais fico boiando" e outras pérolas inocentes, abri meu livrinho não sei o quê do sargento de milícias dentro do ônibus e comecei a ler durante o trajeto.
Aí um ser me abordou, perguntando o que eu estava lendo. Eu pensei: "pronto, é agora que não leio meu livro. E o cara pergunta que livro estou lendo logo quando estou lendo um livro tão manjado como este."
Basicamente, ele não fez questão que eu lesse. "Você mora em Higienópolis?" "Talvez. E você?" "Eu moro." Conversa vai, conversa vem, ele achou que eu tenho cara de judia, o que não deixa de ser quase verdade, já que babai teve participação em meu apoteótico nascimento. Portanto, tenho um pé na cozinha, por assim dizer.

No caminho vim pensando em comprar uma coca light e um Oreo no Pão de açúcar da Angélica antes de vir pra casa. Quando chegou meu ponto, o ser me contou que também esse era o ponto dele e que ele também ia no supermercado. Pois é.
Fui no supermercado com o ser, que ficou todo encantado com meu bronzeado europeu e ficou conversando comigo dizendo que faz faculdade de turismo e morou um ano em Israel e que eu passaria por israelense numa boa porque não tenho cara de brasileira.
HAHAHAHAHAHAHAHAHA!

Peguei minha coca, não tinha Oreo, comprei um chocolate e fui pro caixa pagar, com o ser ao meu lado com suas respectivas compras.
Paguei antes, e assim que deu puxei o carro.
Quando eu disse que tenho namorado ele ficou com cara de bunda, coitado.
Mas o que posso fazer? Fabiana é tudo na vida, mas não tem pra todo mundo, né? ;-D
Sei que sou simpática, bonita, bronzeadíssima e inteligente, além de modesta, o que há de se fazer se Deus simpatizou tanto comigo e reuniu todas essas qualidades em minhas células? Hahahaha!

Tive um ataque de riso agora e até ronquei feito um porco. Saca "Miss Simpatia", quando a Sandra Bulock ri e dá aquele ronquinho de porco? Igual.
Hahaha! Eu deveria ASSUSTAR as pessoas, e não atraí-las.

De certo modo, achei estranho, porque nem a craudinéizada faz fiufiu pra mim na rua mais (talvez porque meu trajeto seja cursinho X casa X supermercado X metrô X banca de revistas e olhe lá). Fiquei me sentindo bem, de ego massageado, confesso! Sim, eu confesso!

Quer dizer que ainda há quem ache que eu tô no páreo.
O melhor de tudo é que o cara, apesar de estar demonstrando evidentemente as intenções de me conhecer para me levar para o lado sombrio da força, não fez comentários extremamente parvos como as pessoas em geral fazem, de modo que até me diverti com isso.

E acho bom, porque assim o JP fica com ciúmes de mim, o que é bom de vez em quando, não?
Se ele não sentir ciúmes é que será preocupante. Eu sou ciumenta pra cagalho.

Bem, agora deram 13 minutos digitando, já era pra eu ter mijado nas calças, mas ainda dá pra agüentar mais um pouco.
Eu estou verborrágica hoje e até comecei uma redação no intervalo da aula, até que fui interrompida por uma alma sebosa que foi perguntar "o que eu tanto escrevia".
Se estou escrevendo, dentro de uma sala de aula de cursinho, e temos aulas de redação, e temos e-mail revolucionando a vida, decerto não seria uma carta de amor ao Papai Noel.

Tá coçando minhas costas, vou terminar o post por aqui.
15 minutos digitando. Uia!

quinta-feira, maio 13, 2004

Queria que o tempo se multiplicasse hoje.

Não tá dando tempo de fazer quase nada agora com o cursinho.
Começo a estudar e o tempo vôa. Aí não consigo fazer direito outras coisas.

PS: eu adoro o Bruce Lee!

E agora, José? No meio do caminho tinha uma pedra.

Chegaram os livros que comprei ontem no Submarino.
Ia comprar só o Libertinagem & estrela da manhã, mas como estava a metade do preço, comprei também um de poesias: Os cem melhores poemas brasileiros do século, uma coletânea da editora Objetiva, da mesma coleção de um livro com os cem melhores contos que a Bi tem e que eu dei uma olhada no carnaval (e achei bem interessante, já está na minha wish list).

Descobri hoje que ano passado fizeram um filme baseado na obra do Mario Vargas Llosa, "Pantaleão e as visitadoras", e o DVD está à venda no Submarino.
Não sei se é tão interessante quanto o livro, que por sinal, terminei de ler há dois dias no máximo. Já vi pela sinopse que há algumas distorções. A personagem Brasileira é chamada de Colombiana no filme. Qual o problema do Pantaleón comer a Brasileira se na verdade ela é peruana? Duvido encontrar esse filme nas locadoras; talvez quando tiver um DVD e algum dinheiro eu pense em comprar. Fiquei curiosa pra ver o filme.

Bem, não posso ficar aqui enrolando muito, que tenho que dar uma adiantada num site e ainda fazer uma redação hoje, além dos exercícios de física e geometria que deixei pra depois. E ir pro cursinho.

Li uns poemas agora há pouco pro meu pai. Ele ficou com sono. Como pode?
Blé! =oP Ele é bobão, não deve ter sequer ouvido direito, mas pelo menos me deu o livro. Me divirto horrores lendo Augusto dos Anjos. Hihihi!

quarta-feira, maio 12, 2004

A modernidade pairou.

Estou blogando do banheiro, portanto nao da pra escrever uma biblia agora.
Espero que nao acabe os creditos. Um luxo, nao? :-)

Fabiana from cel phone.

hi

direto do celular

Seja breve e diga o necessário de forma clara e objetiva. Oprecata.

Alô, criançada!

Adorei o novo recurso do Blogger de envio dos posts por e-mail. Eles
foram bem rápidos e atenciosos no suporte técnico também.
Parece que agora tem até sistema de comentários (não que eu necessite de
um a essa altura do campeonato), mas novidades e recursos interessantes
são sempre bem vindos. Estou postando isso por e-mail. Depois vou tentar
fazer isso pelo celular.
Que emoção!

terça-feira, maio 11, 2004

Cheers!

Ele voltou! Thanks, Blogger! Viva!
Hoje passei o dia todo sem ligar o HAL; quem me conhece deve ter pensado que morri ou no mínimo que estava fora de meu estado normal.
Mas na verdade, fiquei a tarde toda fazendo exercícios bobocas de matemática.
E alguns, mesmo idiotas, eu não consegui fazer. Depois disso, fui pro cursinho.

E vim aqui só pra ver meus e-mails, ver mais umas coisinhas e depois vou estudar mais um pouco antes de dormir.

*Pausa pro banho e eis que estou de volta, e cheirando bem*

Estou gostando muito do cursinho, embora seja meio esquisito rever toda aquela matéria de tempos longínquos de Ensino Médio. As primeiras duas aulas de redação me irritaram um pouco com os comentários dos professores: "nós temos dificuldades em redigir um texto, mas temos que superar todos esses obstáculos, e blábláblá e utilizar técnicas que eu vos ensinarei".
Juro que me dava vontade de gritar: me exclua disso!
Pro pessoal que freqüenta aquelas salas de aula e escrevem "a nível de" e outras pérolas pífias em vestibulares, pode até ser muito complicado começar um texto e defender um ponto de vista sobre algum tema que não seja o Big Brother com alguma glória. Mas pra mim não. Bem ou mal, tento exercitar meu amado português diariamente, escrevendo neste blog, e também no meu blog offline.
A verdade é que eu amo escrever, adoro ler e me contorço inteira ao ler assassinatos grosseiros da nossa bela língua. Ou seja, me contorço o tempo todo. Até no contrato do Etapa eu bati o olho e encontrei erros de português. E dos mais parvos, o que é pior. Erro de singular e plural no melhor estilo "nós vai pegar os trem". Idem para um texto no site da ESAF, do Ministério da Fazenda.

Tenha dó! Mensalmente recebo em casa a revista de Higienópolis e região, publicação oferecida aos moradores do bairro e seus freqüentadores. Da capa à contracapa, tenho vontade de chorar. São toneladas de erros crassos, e o pior é pensar que há gente paga para escrever aqueles erros, além de usarem a alcunha de jornalistas.
Se eu fosse jornalista, me envergonharia com colegas desse tipo (embora seja óbvio que profissionais ruins estejam aos montes abalroando as cadeiras de todas as profissões).

Eu escrevo errado sim, mas tento evitar ao máximo e faço questão de me corrigir, de melhorar. Essa é a grande questão. Quantos se preocupam em fazer o mesmo? Acredito que a minoria. É ótimo pra mim, já que a redação é decisiva em concursos e vestibulares.
Ano passado entrei na Cásper graças a redação, já que não estudei patavinas para a prova.
E fico me sentindo um gato escaldado toda vez que vejo alguém que deixaram passar no vestibular de alguma faculdade não sabendo escrever sequer o próprio nome sem errar.


Mudando de assunto, todo aquele meu espírito fitness parece que bateu asas e voou para bem longe. Essa semana já chutei o balde e comi tudo o que eu não deveria comer para conseguir entrar nas calças de lojas populares.

Por enquanto vou começar a me alegrar se passar a acordar mais cedo. Tenho dormido muito tarde e, conseqüentemente, acordado na hora do almoço.
Durante a madrugada eu aproveito para ler, estudar e fazer outras coisas que exigem certa concentração, ou mesmo vejo filmes se passar algo interessante (o que só acontece de madrugada).

Estava sentido a falta de soltar o verbo aqui no blog, como já não fazia há um tempinho (estou desconsiderando os posts curtinhos sem muito a dizer dos últimos dias).
Hoje não atualizei o fotolog e quebrei um pouco a rotina das últimas semanas.
Não é desânimo nem nada do gênero, apenas tenho passado algumas horas a mais por dia me dedicando aos estudos do material do cursinho, o qual consome quase todo meu tempo sem que eu sequer me dê conta. As horas passam em minutos.

Hoje vou terminar de ler o Pantaleón e as visitadoras. Faltam só umas 6 ou 7 folhas. Depois engatilho de vez o livro de poesias de Alberto Caeiro.
Gostaria de ler mais rápido e de conseguir reter mais informações. Parece que com tanta informação meu cérebro vai ter uma pane a qualquer instante. Especialmente pra assuntos como história e geografia, que nunca me agradaram muito com todas aquelas datas e dados estatísticos amedrontadores, os mapas e informações desinteressantes.

Parece agora que fazendo cursinho este tornou-se evidentemente meu único assunto em pauta para longos posts como este. Mas não é verdade.
Eu também posso dizer que continuo em guerra com a balança e necessitando com urgência de depilação. Sovaco especialmente, pela economia de desodorante.

Pra não contrariar as expectativas na categoria "comentarismo do tempo" deste blog, informo-lhes que estou satisfeitíssima com o frio dos últimos dias, já que pude flanar pelas calçadas xexelentas de São Paulo com casacos e blusas de gola alta, elegantérrima e fina. Quando estou com preguiça de pentear o cabelo uso gorrinhos, adoro o charme dos cachecóis e luvinhas também.
Espero sinceramente que São Paulo congele.

Bem, vou responder meia dúzia de e-mails, escovar os dentes e ir pra cama daqui a pouco.
Isso me deixa muito feliz.

segunda-feira, maio 10, 2004

I wonder where my blog will go.

Os posts de fevereiro em diante desapareceram da página inicial.
Vou chorar.
Obviamente os leitores deste blog não entenderão nada, tampouco clicarão no link de maio pra ler isto aqui.
Mas tudo bem. Estou terminando Pantaleón e as visitadoras.

domingo, maio 09, 2004

Cocô com milho ao cubo.

Agora os posts resolveram seguir uma ordem inversa na página inicial. Virou bagunça!
Tive até que fazer o que não queria: republicar o blog todo. Não gostei. E não funcionou.
Chuinf!

Uia!

O Blogger está de visual novo! Adorei! Espero que mais funcional e com menos bugs.
Já estamos juntos há tanto tempo, que ele quase faz parte de mim, assim como o chocolate.
Falando nisso, estou LOUCA pra comer chocolate hoje.
Estou ainda me contendo, mas logo estarei no supermercado se não conseguir agüentar.

Hoje finalmente fez frio, e fiquei feliz da vida de usar casaco.

Crise de criatividade.

Toda vez que vou blogar eu me distraio com outras coisas e acabo não escrevendo.
A verdade é que eu não tenho nada de interessante a dizer.
Tenho ido para o cursinho durante a semana e ontem também tive aulas.
Sábado de tarde, dia ensolarado: Fabiana numa sala de aula do Etapa do lado do metrô São Joaquim, 5 aulas de matemática. Eram 6, mas perdi a primeira.
Nessa unidade do Etapa tem um Habib's bem ao lado. No intevalo duas almas sebosas tiveram a brilhante idéia de comprar esfihas e deixar a sala de aula com aquele puta cheiro de esfiha, e eu lá, com a bunda quadrada, com um lápis emprestado porque esqueci o estojo em casa, torcendo pra dar logo a hora de ir embora pra ver o fofucho, que nessa altura do campeonato estava trabalhando. =oP

E hoje estou aqui na house do JP tomando chá e ouvindo Queen. E tive uma piri de chorar (de rir) depois do almoço.
A coisa mais constrangedora é ir cagar na casa de alguém e ficar torcendo pra ninguém ouvir os barulhos de bombardeio que você está fazendo no banheiro. Daqueles que ecoam pelos azulejos e parece que podem ser ouvidos lá do mercadinho do outro lado da rua. E parece que nunca mais vai acabar. Hahaha! Bem vindos ao meu universo.

quarta-feira, maio 05, 2004

Meu pai parece urubu sobrevoando a carniça, já que não sai da cozinha, rondando meu bolo light de limão. Humpf!
Eu ainda não tomei banho e daqui a pouco vou pro cursinho. Vou fedendo mesmo, ninguém vai me cheirar que eu saiba.
Ontem fui no STB, que é aqui perto de casa, tirar minha carteirinha de estudante. Mal preenchi a ficha e ela já estava pronta.
Aí passei na padaria e depois fui pra casa pegar meu material e fui pro cursinho.
Tive aula com o prof. Gildo, que é um ser surreal. Surreal é pouco. É insano. É hilário. É um luxo.
Amei a aula dele. Acho que é a primeira vez na minha vida que gosto de uma aula de história.

Depois voltei pra casa e comecei a dar uma estudada, até que de madrugada resolveu passar o Corujão com um filme que não pude deixar de ver.
Passou Fists of fury, do Bruce Lee, que em português tem um título nada a ver, como "O último dragão", ou algo parecido. Pois sim, vi Bruce Lee antes de dormir.
Esses filmes são muito, muito trash, por isso mesmo são tão legais.
=o)

terça-feira, maio 04, 2004

Vou dar uma estudadinha agora de tarde antes de ir pro cursinho. Não lembro direito nem equação de primeiro grau. É vergonhoso!

Querido diário,

Hoje fui na primeira aula do cursinho.
Assisti as aulas sentadinha e comportada até que fiquei com dor na bunda, de tanto ficar sentada.
E um ser falou comigo.

segunda-feira, maio 03, 2004

Hoje acordei irritadíssima com meu pai enchendo o saco. Ele consegue me levar da tranqüilidade ao desespero em milésimos de segundo. Preciso comprar um saco de areia pra dar porradas antes que destrua meu travesseiro ou a parede (ou a cara do meu pai).

Meu pai não toma vergonha na cara, não tem jeito.

domingo, maio 02, 2004

Odeio profundamente gente hipócrita.

Eu irei direto pro céu, pois sou obrigada a conviver com um pai mentiroso, punheteiro, maluco e hipócrita. Além de medíocre e burro. Por que ele tem que encher meu micro de merda entrando em sites pornôs? Por que? Por que? Por que?
Caralho, aposto que aquele pau velho nem sobe mais, não entendo!
E eu não duvido que estivesse vendo bizarrices e sites gays. Se ele aparecer aqui, vou vomitar na cabeça dele.

Mais do mesmo.

Dias atrás postei uma foto que gostei aqui. Baita sorte o zeppelin da Goodyear passar no céu no momento em que resolvi tirar uma foto.

Ando bastante atarefada nos últimos dias. E isso me deixa bastante aflita.
Daqui a pouco JP chega aqui e vamos ver filminhos que alugamos ontem na locadora e almoçar.
Ontem fizemos hot dog. E eu preciso dar um jeito de fazer cadimía ou ao menos me exercitar mais, que não dá pra continuar gorda desse jeito. Me sinto mal com isso.
=oP

Amanhã começam minhas aulas no cursinho. Espero conseguir acompanhar todas elas. Odeio cursinho. Na época que eu tentei fazer eu boiava nas salas do Objetivo. Mas dizem que o Etapa é melhor. Que assim seja.

sexta-feira, abril 30, 2004

Eu, hein?

Às vezes acho que a Leni é um delírio de minha mente caótica ou que ela andou cheirando meia ao ler meu blog. De qualquer modo, ela é incrivelmente ÓTEMA, pra dizer o mínimo. Um amor de criatura. =oD
Leni, você é meio doida, mas adoro você, viu? Não esqueça de comer suas verdurinhas que nem a tia Fá ensinou, hein? ;-)
Beijinhos.

PS: não liguem pros dois posts anteriores, já passou meu momento "chilique-de-bicha-louca" de hoje.
Falando em bicha louca, que é aquele Clodovil, hein? Jisuis, que frisson!
Tá legal, eu sou melodramática sim, e daí?
Hoje assustei as pessoas no Etapa porque estava HISTÉRICA. Fui lá com o besta do meu pai fazer matrícula pro cursinho.
Eu tava puta da vida, porque deixei o Photoshop aberto e o retardado fechou. E se eu não salvei o trabalho? E se ele salvou o que não era pra salvar? Eu quase tive um troço. Que raiva!

Estou tentando voltar ao meu estado normal. Estou muito chateada e aborrecida.

Mas nem tudo é cocô, mesmo eu estando melodramática.
Hoje a Ceres me ligou de manhã pra avisar-me sobre o programa do Clodovil, que é um luxo. Adorei falar com ela. Ela é tão fofa!
Enfim, de tarde a Sheyna passou em casa e fomos na Faap ver a exposição Iluminar, que eu já tinha visto, mas revi e percebi que não tinha visto tudo. E revi as minhas preferidas do Ingo Maurer.

Comprei a revista Casa e Jardim (ui!) pra passar vontade e vi lá justamente a foto da luminária do Ingo Maurer que eu mais gosto, dizendo que está sendo vendida numa loja aqui no Brasil a módicos R$8548,00. Acho que vou levar duas.
Tãoooo baratinho, não?

Enfim, vou ver a novela.
Eu queria morrer apoteoticamente, e que todas as pessoas que me fizeram chorar, chorassem muito também. Em dobro, talvez. Mil vezes mais.

Tô de saco cheio hoje. Saco cheio dessa bicha esquizofrênica que é o meu pai, saco cheio das manias dele, cheia dessa pobreza, cheia de não poder fazer nada nunca ou ter que escolher sempre uma coisa só entre tantas porque nunca tenho dinheiro o bastante pra ser alguém.
Cansei. Pra mim chega.

quinta-feira, abril 29, 2004

Querido diário,

Hoje eu tive que ir nas Pernambucanas pagar o cartão da minha idolatrada-salve-salve-mãe, que me fez de office boy.
Aí fui linda e deslumbrante de ônibus até lá e voltei a pé, ouvindo Beatles.
E meu dia se resumiu a isso, além de uns trabalhinhos aqui no HAL.

Caguei minha dieta que estava toda bonitinha. Não bastasse ontem, hoje também comi chocolate.
E o pior de tudo é que eu não posso nem poderei fazer academia tão cedo. =õ(
E Lady Neide me enjôa, todo dia aquele mesmo movimento repetitivo cansa.
Chuinf!
Ninguém me entende.

Qual a cor do cavalo branco de Napoleão?

Gente, eu sei que a tecla shift impede o autorun de ser iniciado ao botar um cd. Isso é bóbvio.
Mas não foi essa a minha pergunta. Aliás, eu nem fiz pergunta.
O cd da Maria Rita foge aos padrões de cd de áudio comum, não há faixas .cda como num cd comum.
Simplesmente há outro formato exótico que desconheço, foi isso que disse no post de ontem. Tanto é que o Winamp não conseguiu reconhecer o cd como cd de áudio e só o Media Player executou as faixas como deveria.
Eu prefiro um cd de áudio comum, sem frescura e "faixas interativas" desnecessárias.
Por que o raio das duas faixas bônus já não vieram no cd ao invés de vir esse link pra baixar da internet a porra da mp3?
Não vou queimar um cd só pra ter duas faixas a mais. Achei besta. Como diria o JP, só podia ser coisa nacional.

Estava ouvindo Perry Como agora no Winamp. Estou meio passada com essas propagandas futebolísticas atuais. Me refiro a "Papa loves mambo", do Perry Como, que toca no comercial da Nike. As pessoas normais decerto nunca tinham ouvido essa música e vão banalizá-las e remixá-las, ou seja, cagá-las, como fizeram com as músicas do rei, Elvis?
Eu não sei se fico feliz de ouvir as músicas que eu gosto na TV ou se me preocupo, porque, por mais que seja legal ressuscitarem a música de verdade, podem também estragá-las com remixes horríveis.
Sei lá. É estranho. Logo algum "gênio" resolverá ressuscitar Andrews Sisters pra outra propaganda. Já imaginou?
Bem que poderiam usar "Rum & Coca-Cola" pra propaganda da referida bebida, se é que num passado distante já não usaram mesmo.
Acho estranho, porque essas músicas do baú da bisavó são as músicas que eu escuto normalmente em casa. Nem minha falecida avó ouvia essas músicas do arco da velha. Tem até Carmen Miranda no meu HD.

quarta-feira, abril 28, 2004

Bodhi sem bodes.

Estou me sentindo muito bem. Mudanças são sempre boas e eu fiz uma pequena mudancinha no meu template.
Estou fazendo um trabalho muito bom, que está sendo muito prazeroso pra mim. Espero conseguir materializar o que está em mente e fazer algo bem legal. Vai ser jóia!

Giorgia, devo isso a você. Muito obrigada, querida! Estou numa felicidade até esquisita aqui.

Hoje pisei na jaca e comi containers de chocolate, mas vou entrar na linha já já. Será o fim se eu não couber na calça e perder a aposta com o JP. Além do que, eu tenho Lady Neide ao meu dispor.

Quanto aos links, ainda precisam de atualização, falta adicionar várias coisas, mas por enquanto fica assim, depois eu volto pra arrumar. Tudo inspirado no meu novo pingüim, o caçula da família.
Tem mais fotos dele no meu fotolog. Vão lá! ;-)
Chegou o cd da Maria Rita que comprei no Submarino. Nem gosto tanto assim dela, mas paguei só R$9,90 mesmo.
Não consegui fazer ele tocar no Winamp, só no Media Player, por causa do formato exótico em que vêm as faixas, além de um autorun chato que abre uma tela de apresentação onde tem o link pra um site onde você baixa mais duas faixas bônus.
Pura viadagem.

Tô com vontade de comer chocolate. Céus!

segunda-feira, abril 26, 2004

Minha mãe esteve aqui em casa agora a pouco. Trouxe-me um vasinho com um cacto pequetitico.
Antigamente não nos dávamos bem assim. Eu me sentia abandonada por ela.
Hoje não vejo mais as coisas desse modo. É bem melhor.

How bizarre.

Ontem foi aniversário da mãe do João Paulo. Fui lá almoçar com a família dele e passei o resto do dia lá.
Comi coisas altamente calóricas, dando uma bela derrapada no controle alimentar que estava fazendo, e comi até doces.
Resultado: hoje estou com um quilo a mais.
Assistimos Lilo & Stitch, que eu já tinha visto e gosto muito. E The italian job, que eu também já tinha visto, mas havia perdido o começo porque "vi" com o JP.

Eu ia agora de tarde na Bio Ritmo do centro pra usar o freepass, mas meu pai me desanimou com suas mediocridades.
Tenho mais é que ficar estudando (e arrancar as cordas vocais dele, pra conseguir um pouco de silêncio) e conseguir passar num concurso público qualquer. Nunca pude contar com meus pais e não será hoje que vou começar.
Acho que o jeito é ir andar naquela praça nojenta, Buenos Aires. Desviar dos cocôs, cachorros e mendigos.
De alguma forma, tenho que emagrecer.

Ontem de noite fui ao supermercado com a Bi. Conheci a Jackie O. dentro de uma pochete. É muito pequenininha. Fiquei feliz em rever a sister e ela me deu uma pulseirinha de zebra, um luxo. Se vc está lendo, oprecata, sister! Fomos com a Jackie dentro da pochete ao supermercado e comprei umas coisinhas pra eu comer, umas coisinhas diet e resisti à prateleira de doces.

Odeio essa sensação de imprevisibilidade do futuro. Não sei o que será de mim.
Isso é broxante.

domingo, abril 25, 2004

Polainas ressuscitadas é demais pra minha cabeça.

Hoje almocei no shopping Higienópolis com o fofinho e a tia dele. Aquela praça de alimentação estava lotadérrima até o teto, mas como sou muito eficiente, achei rapidinho uma mesa e comi um prato com calorias na medida certa com brócolis, carne e salada. E gelatina diet. Uma beleza.

Só que de noite escorreguei feio e comi pão de queijo com JP e depois ainda comi meio beirute (morte, morte, morte!).
Como estou com dor na batata da perna não pedalei hoje. Mas terei que pedalar 15 horas amanhã pra compensar.
E tudo o que eu quero é uma academia bonitinha pra ir todos os dias e suar no transport.

Meu dia foi bem agradável e compulsivamente comprei maquiagem na "Contém 1g", embora fim de feira.
Duas sombras verdes, um pincelzinho pra sombra e um demaquilante.
E amanhã (na verdade hoje) estarei simplesmente um luxo. Só preciso saber que roupa usar (e qual irá me servir).

E viva o chá verde, o sene e o fucus. Embora eu tenha PAVOR de sene.
Precisa-se afinal expulsar o mal, não é mesmo?
Pra quem não entendeu, sene é uma herva (com h mesmo) laxativa. Poderosa.

Meu sonho de consumo é uma depilação a laser completa.
Odeio aquela motoserra. Você passa aquela porcaria 30 vezes no mesmo lugar e quando olha ainda tem vários pelos.
E perde o maior tempão, além do escândalo que faz aquela bosta.
Destino de mulher macaca? Assim eu choro.

Falando nisso, estou parecendo uma mexicana.
Aquelas que passam batom pra dormir, saca?
Nem escovei os dentes ainda e tô com uma xícara toda lúdica suja de batom. Logo mudarei meu nome pra Maria de Lurdes Sanchez. Com z de Zoloft. E poderei casar com o Carlos Daniel, aquele da novela A Usurpadora.
Porque tenho que ser mexicana à altura, como nas novelas (mexicanas, claro).
Oh, glória!

Eu quero ficar milionária e passar o dia comprando bugigangas, lingerie decente e botas no shopping. E roupas.
Aí farei a minha depilação dos sonhos e deixarei de ser a mulher macaca do playcenter.
*suspiros*

É melhor eu ir dormir, senão JP briga com eu.
Vou salvar o mundo das cáries. Boa noite.

sexta-feira, abril 23, 2004

Hoje fui à exposição da Anita Malfatti no Espaço Cultural BM&F.
E tirei fotos. E não podia. E eu tenho a foto d'A chinesa, da Anita. Hahaha! ;-D
E viva os seguranças distraídos.
Fui com o Kleber, beu abigo.

E comprei adesivinhos "3 por 1 real".
E depois passamos na papelaria aqui na Maria Antônia pra ele comprar acetato e papel pra luminária dele, e então comprei uns papéis pra mim também e cantoneira pra álbum de fotografias.
Hoje fez um calor desgraçado e eu suei como uma porquinha premiada.
E fui conhecer a Bio Ritmo do centro, só pra morrer de vontade de freqüentá-la.

E cheguei em casa vesga de fome, porque só tinha comido um cereal com banana e iogurte até então.
Comprei uma beringela, chego e casa e descubro que meu pai incompetente não providenciou o queijo que eu estava torcendo pra ter na geladeira. Pois é. Murphy me adora, mas tudo bem.

Senti falta da minha garrafinha d'água de tarde, mas não ia carregar uma garraga de 1,5L na bolsa, né?
Então esturriquei, e carreguei meu Bilhete único com 12 reais na lotérica na rua Boa Vista.
E pretendo pedalar logo mais. Pelo bem da silhueta de pinup.

quarta-feira, abril 21, 2004

Criançada, que horas são? Hora de atualizar o blog!

Ontem foi aniversário do baby e fui jantar na casa dele de noite e comi coisinhas boas e tive a felicidade extrema de não me encher de açúcar nem de frituras.
Depois da jantinha fomos ver Monstros S.A. Um dos filmes que eu mais adoro. E vi o filminho bônus que não tinha visto ainda na fita, o "Mike's new car". Hilário.
Acabei dormindo lá e passei hoje o dia com ele. Vimos um outro filme de noite que não lembro o nome, mas do qual tive nojinho por causa dos sangues fétidos esvoaçando por todos os lados. Odeio sangue. Nos filmes ele parece mais gosmento e nojento do que nunca.

Hoje peguei emprestada por algumas horinhas a câmera digital da minha sogrinha e tirei várias fotos no jardim da casa dela, no jardim da vovó do baby. Tinha um mar de borboletas nas flores.

terça-feira, abril 20, 2004

Feliz aniversário, fofucho!!!

Hoje o JP vai comprar mais um galão de formol! Viva ele!

Ontem ingeri o dobro de calorias necessárias. Vou pedalar até derreter.

segunda-feira, abril 19, 2004

Por onde andará Deadmilkman?
Acabei de almoçar e ver os programas infantis da Cultura. Parece que é o único canal que passa coisas interessantes pras crianças.
Não que eu não goste dos desenhos passados nos outros canais, mas é que eles não usam de recursos imbecilizantes como nos programas com loiras acéfalas apresentadoras ou crianças com sorrisos amarelos dançando.

Hoje dormi pra caramba, mas ainda me sinto levemente cansada. De qualquer modo, terei que pedalar, queira ou não, pois apostei perder 5 quilos antes do JP. Em 15 dias acho que dá. E enfim caberei nas calças. Ou quase.
De qualquer modo, é bem complicado conviver com meu lado Sloth pacificamente.

Co-nhe-ci um capeta em forma de guri...

Ontem (domingo) vi Hannibal pra dar seqüência ao Silêncio dos inocentes, que vi semana passada.
É um dos melhores filmes que vi, IMHO.

domingo, abril 18, 2004

Tô com dor de cabeça, portanto hoje dormirei mais cedo.
Tive um dia agradável ontem (sábado). Apesar de não ter saído, fiquei em casa curtindo o meu baby e me coçando, por causa das picadas de um atrevido pernilongo.
Estou meio cansada, depois escrevo algo com mais calma.

quinta-feira, abril 15, 2004

Hoje meu dia foi bruxuleante. Ou não.
Dei uma estudadinha no material do curso do Sebrae, mas o site deles insiste em sair do ar quando estou por lá.
Choveu de tarde e eu acabei ficando em casa, sem fotos novas pro fofolog conseqüentemente.

Meu Photoshop resolveu travar, ontem instalei merda sem querer no HAL e foi um saco tirar tanta quinquilharia dos infernos.
Estou sem muito o que dizer, porque passei o dia olhando pra esse monitor.
Pra não dizer que não tirei os olhos deste monitor, olhei pro prédio da frente, onde está tendo algum tipo de festinha ou reunião ou sei lá o que. É um apartamento lindo, todo reformado, que virou um tipo de loft e eu acho deslumbrante.
Eu gosto muito de "design" de interiores. Gostaria de ter o prazer de mexer com isso um dia, mesmo que seja só no buraco onde irei morar. Por enquanto me sinto de mãos atadas porque não tenho dinheiro nem pra lata de tinta pra pintar as paredes sujas do meu quarto. Faz no mínimo uns 10 anos que não se pinta esse apartamento. Dá pra imaginar o estado nojento em que se encontra, não?
Eu fico chateada por isso. Gosto de coisas práticas, funcionais, simples, e elegantes. Em casa estamos no extremo oposto. Nada funciona, ou deixará de funcionar em breve, pois está tudo decadente, sem manutenção há eras, tudo caindo pelas tabelas.
Mas ainda hei de dar um jeito nisso.
Acho que as pessoas moram em casas que refletem bem o que elas são por dentro.
Este apto é a cara cuspida e escarrada do meu pai.
Esse lugar não sou eu. Embora eu seja desorganizada.
Eu não tenho meu espaço ainda, infelizmente.

Eu tô feliz por alguns motivos. Embora possa não parecer muito, já que estou prestes a menstruar.
Estou com um fogo no cu aguçadíssimo, de mãos atadas e mesmo assim, com certas expectativas.

E eu concordo plenamente com o último post da Ana.
Não me sinto alienada porque me isento da "obrigação" de ver desgraça nos jornais e noticiários pra ser uma pessoa "antenada".
Só senti falta destes conhecimentos desnecessários quando era obrigada a fazer isso por causa da Cásper Líbero, já que fiz um bimestre de jornalismo e caía esse tipo de coisa nas provas (e eu ia mal porque não tinha lido a Veja e nem os jornais). Mas política nunca me interessou, porque me soa uma grande coisa gosmenta e eu prefiro navegar em flores.
Prefiro mesmo. Não ligo se franzirem suas respectivas testas.

Falando nisso, o povo agora está todo morando no Orkut.
Todo mundo querendo comer ou não todo mundo. E vice-versa.

quarta-feira, abril 14, 2004

Hoje recebi a visita da minha irmã. Fiquei muitíssimo contente. Sempre fico feliz em vê-la.
Fico meio sem graça de nunca ter nada interessante pra servir em casa. =oP
Ganhei bombons, mas fiquei sem graça de não poder retribuir. XD Obrigada, Bi!
Realmente não precisava de nada disso. Eu, como ser carente que sou, já fico feliz da vida só com a sua presença, viu?

terça-feira, abril 13, 2004

Eu sou uma maquininha de idéias.
Preciso pô-las em prática.
Será um luxo e dominarei o universo.

segunda-feira, abril 12, 2004

As coisas mudaram bastante de um ano e meio pra cá.

Crianças,

Estou buscando pessoas talentosas que não escrevam poemas para rechear o e-zine que nascerá gloriosamente em breve.
Interessados, deixem mensagem.
Toda forma de expressão artística interessante é bem vinda.
Textos bem redigidos, ilustrações bem ilustradas e por aí vai.
Mexam-se.

A fama e o sucesso esperam por vocês. ;-)

domingo, abril 11, 2004

JP é um ser tão controverso que até me deixa com raiva. E sem graça.
Estou na casa dele, onde supostamente iria assistir um filme, mas como apareceu um amigo do JP com a namorada, já são quase 6:30h da tarde, já escureceu lá fora e a conexão está tão lenta que só consegui ver meus e-mails até agora.
Daqui a pouco vou pra casa, sem ter feito nada de interessante.
Paciência. Haja.


Atualização das 22:53h.
Cheguei em casa agora e fiz xixi prazeirosamente. Aquele xixi de quando estamos apertadas e dá aquele puta alívio.
E vim atualizar o fofolog, claro.
Estava na casa do fofucho até agora há pouco. E vimos O silêncio dos inocentes. E eu gostei muito.
E ganhei um ovo de páscoa da tia do JP, que é sempre exagerada e me dá coisas. =o)

Transfer error meu cu. =oP

Parece que cada vez mais as coisas ficam esquisitas.
Você escreve clichês e bobagens inúteis, repetitivas e bocós e uma editora fuleira vai lá e publica.
Eu fico achando tudo muito estranho e vou tentando achar alguma motivação pra fazer algo que ainda não sei o que é.
Será que as pessoas pensam também?
Tenho certas dúvidas, isto é, claro que com as óbvias excessões.

sábado, abril 10, 2004

Manual loser para o final de semana.

Tome um banho. Bote uma roupa decente. Passe perfume. Use uma maquiagem legal. Fique linda.
E fique em casa com cara de bunda.

Depois, durma com maquiagem, pra acordar com a cara borrada no dia seguinte.
Se possível, chore, pra borrar mais.

When I was just a little girl I ask my mother what should I be. Will I be pretty? Will I be rich?....

Fico me sentindo solenemente abandonada por algumas pessoas próximas fisicamente e completamente abraçada por outras tão distantes ao mesmo tempo, quando tenho meus momentos de carência do dia.

E agora fiquei pensando, o que será que meus netos pensarão de mim, quando eu já estiver mortinha da silva e eles vasculharem estes espectros de minha mente doentia na tão remota e antiga internet, num futuro distante?
Será que me acharão desequilibrada, reclamona, ou chata? Ou talvez sucumbam aos meus íntimos desejos de ser querida e amada, mesmo tendo surtos de TPM furiosa. Tomara.
Posso não ser um primor de normalidade, mas até que sou gente fina, modéstia à parte.

E viva o bloguinho.
Ontem me deu ataque de bichice e acordei com vontade de cortar o cabelo. Então, fui ao Soho, e estou de corte novo, mas cabelo véio.
Hoje o céu estava uma beleza.
JP veio me ver e ficamos em casa. Depois passamos na locadora e no supermercado, que foi o auge de minha atividade física de hoje. E comi chocolate, o que não é nada bom para minha bunda.

Ontem a Erica e a Renata vieram em casa me ver, e me trouxeram um ovo de páscoa de presente, embora eu tenha protestado. Ao menos elas me ajudaram a comê-lo. E a Sheyna, que veio me ver também. Fiquei feliz por terem se lembrado de moi. E babai, e hoje até o JP. Menos mal. Um ovo comunitário é melhor que um ovo solitário.

A propósito, estava com vontade de ligar pra Bi agora de noite, mas não quero me sentir sem importância, então vou falar comigo mesma.

A Leni hoje me fez uma surpresa linda com a Lara me mandando um beijinho. Elas são adoráveis. Fiquei muito feliz.

quinta-feira, abril 08, 2004

Por isso eu digo foda-se.

Eu não sucumbo à pressão das amigas que esperam minha presença na "balada" no final de semana, se eu não posso gastar o que não tenho pra consumir bebidas ruins num lugar indubitavelmente idiota cheio de pessoas idem.
Pessoas que desconheço a origem e que não faço questão de conhecer. Pessoas que nunca leram um livro além dos pedidos na escola, pessoas que falam errado, escrevem errado e agem feito bichos no cio procurando um parceiro pro acasalamento. Não é isso que espero das pessoas, não é isso que espero dos meus amigos.

Realmente não me incomodo de deixar de sair no final de semana pra ir a lugares de música de gosto duvidoso e chegar em casa sentindo culpa por ter gasto 20 reais em algo tão inútil, e dormir com dor de cabeça e fedendo a cigarro dos outros.
E, sinceramente, não vou trabalhar pra poder ir a tais antrinhos só porque acham que eu devo.
E se acham que não trabalho porque gosto de não fazer nada, digo foda-se sonoramente. Percebo que é alguém que me conhece muito pouco. E não faz questão de me conhecer.

Fico feliz que queiram minha companhia. Mas não sou só um enfeitinho.

Sou alguém que merece ser tratada como mais que uma companhia fugaz para um final de semana.
E não aceito rótulos gratuitamente, porque não os acho gloriosos.

Quer achar "tuDu bUniTu", ache. Eu não acho. E não escondo.

quarta-feira, abril 07, 2004

Doce, doce, doce, a vida é um doce, vida é mel...

"É um real a caixa de doce!" anuncia o megafone no carro que vende doces aqui na rua durante a semana.
Será que ninguém morre de overdose de açúcar?

Hoje vi da janela um cara igualzinho o JP passando na rua. Queria muito que fosse mesmo o JP vindo me ver, mas alegria de pobre dura pouco, você sabe. Liguei pra ele e ele estava no escritório levando chibatada no lombo. Não tem graça!

Terminei de ler O príncipe, de Maquiavel, e comecei O nome da Rosa, do Umberto Eco, mas aquelas citações de latim estão me deixando de certo modo... irritada. Será que consigo chegar ao final do livro antes do Natal?
O engraçado é que lendo este livro começo a divagar sobre o livro anterior e yakissoba. Não exatamente nesta ordem.

Hoje fui no Anglo ver o preço do cursinho pra turmas de maio, mas eles além de não darem bolsas, cobram mais que uma faculdade particular, quase o dobro do que eu pagava na Cásper Líbero ano passado em jornalismo.
Ou seja: nem fodendo.

Aí aproveitei pra tirar fotos alí perto e entrei no cemitério.
E fiquei pensando em como a medicina prosaica do início do século passado fez com que tantas crianças morressem.
Tinha um túmulo de gêmeos de família alemã, que morreram poucos meses após o nascimento, logo no início do século passado. E fiquei pensando, em como a medicina evoluiu neste tempo, e na probabilidade daquelas crianças, cuja curta história desconheço, terem sobrevivido em tempos atuais.
Enfim, é triste, mas fazer o que? A morte é algo tão natural quanto o nascimento de feijões em algodão molhado em potes de danoninho.
Deve ser bastante tranqüilo trabalhar lá dentro do cemitério. Tudo florido e calmo.

Eu botei umas fotos novas no fofolog.
Algumas do cemitério, onde as almas descansam em paz. Ou não.

terça-feira, abril 06, 2004

Sinto-me melhor, a gripe já está mais fraca e eu já posso pensar em sorvete.
Hoje o céu desabou e durante a tarde ele esteve pretinho pretinho antes de chover.
Vi a sessão da tarde comendo matze.
Estou louca pra ir na Bienal...
Caramba, esse bug do blogger referente a horário x posicionamento do post x data está ainda aí. Será que acontece só comigo? Acho que sim.

18ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
Dos dias 15 a 25 desse mês, no Centro de Convenções Imigrantes, das 10h às 22hs.

Darei um jeito de ir, se alguém quiser companhia... deixe sua mensagem após o sinal. Bip!

100% normal.

Diálogo hoje com babai:

Babai: O que você vai ser quando crescer?
Eu, duvidando da veracidade da pergunta: Grande.
Babai: Agora pergunta pra mim!
Eu, torcendo pra que esse diálogo seja um delírio de minha mente: Não vou perguntar!
Babai: Pergunta, vai! Pergunta o que vou ser quando crescer!
Eu: O que você vai ser, criatura?
Babai: MALUCO! E sai rindo histericamente pela cozinha.

Eu mereço?

Ele acha que ainda "vai ser" maluco quando ele "crescer".
Hahaha!
Falei que ele já é, será que ele ficou feliz? Hahahahahahaha! Depois se eu conto ninguém acredita!

Obras-primas de Anita Malfatti

Espaço Cultural BM&F
Praça Antonio Prado, 48, centro, São Paulo, SP.
Tel. 3119-2404
Até o dia 23.
De 2ª a 6ª, das 10h às 18hs.
Grátis.


Alguém quer ir em minha companhia?

"Trata-se de uma exposição com 27 obras de Anita Malfatti (1889-1964), pertencente a acervos públicos e coleções privadas, e que percorrem toda a carreira da artista paulistana, uma das precursoras do Modernismo brasileiro.
Entre as telas está A Mulher e o Jogo, de 1925, exposta ao público pela primeira vez."


"A polêmica é mais do que conhecida: foi depois de uma visita à primeira individual de Anita Malfatti em São Paulo, em 1917, que Monteiro Lobato fez Paranóia ou Mistificação?, artigo com críticas ferrenhas à sua forma de pintar. A história agitou de vez a cena cultural paulista. Oswald de Andrade escreveu em sua defesa."

Excertos da Bravo! deste mês.

segunda-feira, abril 05, 2004

Tenho algo a dizer:

Eu não gosto de pombos.
Não tenho medo de vocês.

domingo, abril 04, 2004

Ai meu nariz! Atchim! Ai meu nariz! Atchim! Ele parece muito mais um chafariz...

Meu nariz não para de escorrer um só minuto, por causa dessa baldita gribe, mas pelo menos a tosse diminuiu.

Ontem fui comer no shopping Gay Caneca com o JP e a tia dele. Estava sem vontade de ir lá, mas fui. Cansa ir lá praticamente todo final de semana. Chega uma hora que você não quer mais saber de ir. É o meu caso.
Mas não só fui ontem, como fui hoje novamente.

Pelo menos tirei fotos novas pra atualizar o fofolog, claro. =o)
E hoje vimos Tomb Raider, o primeiro filme.

E hoje é aniversário da Leni e do Vini.

sexta-feira, abril 02, 2004

Xoxo.

Dia chocho, sabe?
Embora tenha ido na pharmácia. Assim, com ph mesmo.
E tirei foto dos vidrinhos com água colorida dentro. Achei legal. Veja lá no fofolog.

Eu quero deixar de ser preguiçosa. Para sempre. Amém.
Minhas melhores amigas não-virtuais são as mais ausentes em minha vida atualmente.
De nada adianta aquele discurso de "conte sempre comigo" se nunca recebo nem um telefonema quando estou me sentindo desprezível e carente. Mas elas não lerão isso mesmo, é só um desabafo.

Felizmente tenho bons amigos virtuais, que não estão "ocupados" demais o tempo todo pra falar comigo um pouquinho.
Espero que o guaraná em pó faça efeito.

Me inscrevi na caminhada contra o câncer de mama que será no dia 25. Só pra participar mesmo.
Quem sabe ano que vem não entro na corrida?

Estou meio desanimada. Vou ler.
Meu pai é um ser insuportável.
Quer me deixar com ódio? Fique gritando pela casa.
Faça isso, e será um bom candidato a um espancamento, com requintes de crueldade. Especialmente se me acordar.

Preciso comprar um saco de areia pra encher de porrada, ou vai sobrar pra alguém.
Meu quarto tá uma merda.

quinta-feira, abril 01, 2004

Estou ficando gribada.

Sinto como se tivessem esfregado um carpete empoeirado por 20 anos em minha garganta.
Hoje chegou a entrega da drogaria, que fiz ontem de noite (pedi pra entregarem hoje só pra não pagar frete) e me entupi de balinhas de própolis e pastilhinhas pra dor de garganta.
Depois, vi a novela, chorei e fiquei com dor de cabeça, aí tomei outro remédio.
E agora estou fedendo e preciso de um banho, mas queria antes pedalar na Lady Neide, só pra não deixar morrer o espírito de triatleta olímpica que existe em mim. No máximo nado no cuspe, mas fazer o que? Ainda hei de superar isso.

Quero que essa gripe vá habitar outro malaco. Chega.

quarta-feira, março 31, 2004

Eu queria ir ao Jardim Botânico aqui de SP. Mas levo uma maldita vida de pedestre e não sei chegar lá de ônibus.
Como vou ver as minhas amigas vitórias-régias?

Acordei com uma baita dor de garganta hoje. É bom eu providenciar pastilhas e remedinhos pra aliviar essa dor chata.
Eu não mereço. Tem um abacaxi alí me olhando, mas a preguiça de descascá-lo é mais forte.

Segunda-feira foi aniversário do meu pai e, apesar de só o JP ter vindo aqui em casa neste dia, fiz um bolo de aniversário (pelo menos tentei) e umas comidinhas de festa para babai.
Minha mãe fez uma rápida aparição aqui em casa neste dia, e ela tinha comprado uns bonecos num bazar qualquer, pra dar de presente a alguma criança ranhenta, e eu não pude deixar de roubar pra mim o bebê do programa da Eliana, que ela comprou por 4 reais.
O bicho é tão feio que eu precisava de um desses pra minha coleção de seres freak.
Tem foto lá no meu fofolog, claro.

Estou adorando meu novo discman que toca MP3. Ontem fui andar com ele.
Tem um baiano escroto em cima do prédio ao lado olhando eu de calcinha aqui no micro. Cretino!
Agora ele foi embora. Voltou. Merda.

Vou pro meu quarto então. Volto despuês.

segunda-feira, março 29, 2004

Eu não sei o que dizer.

Domingo basicamente foi um dia que passou por mim e eu o vi passar vendo o céu azul cheio de nuvens fofinhas.
Olhei as nuvens do metrô enquanto ia pra casa do meu amado.
E depois fui olhar as nuvens lá do quintal dele.
Depois ficou noite, e não vi mais nuvens.

Fui pedalar na Lady Neide e fiz ginástica para os glúteos.
Tomei banho e passei meus cremes, como sempre, segundo a profecia da pele macia.
E fiquei digitando digitando digitando horas e horas nos messengers da vida.

Já tomei meu chá de porangaba e logo vou escovar todos os meus dentinhos pra salvar o mundo das cáries.
E hoje é aniversário de babai. Vou inventar alguma coisa logo mais.

sábado, março 27, 2004

Hoje passei o dia conversando com a Leni no MSN.
JP ainda não melhorou da tosse e ficou de cama, portanto não veio me ver, e nem deixou eu ir até lá.

Chegou meu discman que comprei no Submarino ontem. Ele toca mp3.
Estou meio chateada por não ter feito nada hoje nem ter visto meu namorado, mas vai passar.

sexta-feira, março 26, 2004

Picasso na Oca.

Ontem fui com meu abigo Kleber à exposição do Picasso na oca. =o)
E adorei! Como não podia tirar fotos lá dentro, enfiei a webcam no decote da blusa e fechei o zíper da jaqueta por cima, e tirei algumas fotos escondida, mas o enquadramento saiu totalmente cubista e ficou uma bosta 90% das fotos tiradas lá dentro, uma pena.
Tem fotos novas no fofolog.

No final da exposição, o apelo capitalista da exposição: gastei o que não devia nas lembrancinhas da lojinha da Brasil Connects, empresa que organizou o evento.
Comprei uma caneca preta com uma obra do Picasso, lápis e uma camiseta da exposição anterior, dos guerreiros de Xian (?), que eu infelizmente não fui.
Fiquei feliz de comprar essa camiseta, porque era R$9,90. Segundo a moça que trabalha lá, ela ficou encalhada nos estoques, porque tiveram a brilhante idéia de vender a extorsivos 45 reais na exposição dos guerreiros chineses. Óbvio que encalhou no estoque.
Espero que encalhe as do Picasso também, que estavam sendo vendidas a 20.
Achei a caneca o olho da cara, mas não resisti e comprei. Eu adoro xícaras e copos. Sempre compro.

Tirando as comprinhas, o evento em si também foi bacana.
Inigualável a emoção de ver uma obra de Picasso tão de perto, ver a textura das pinturas, o relevo das tintas nas telas e ver o tamanho real das obras a 10 cm do nariz.
Nesse último mês fui ver Picasso, arte da África e design da luz. 3 exposições em um mês.
Se fosse há alguns anos atrás, não veria tantas exposições nem no ano todo.
Este ano é o ano de ver exposições. Vou ver tudo quanto é exposição mesmo, sozinha ou não.
O legal é que agora tenho companhia pras exposições. Minhas amigas mais próximas nunca fazem essas programações, por isso fiquei tanto tempo sem ir, por viadagem de ir sozinha. Bobagem. Perdi muita coisa bacana assim.

Babai agora está em "estado de shopping" com seu fotolog.
Hoje tirei uma série nova de fotos exóticas.
Pois é, babai é moderno, já cata milho no teclado, usa calculadora, microondas analógico e tem um fotolog.
É a modernidade pairando.

Hoje fui fazer uma daquelas pesquisas sobre a revista Boa Forma para a Abril. Me sinto idiota sendo entrevistada sobre o que li e o que não li da última edição, o que acho e o que não acho.
Aproveitei pra esculachar tudo o que devia ser esculachado na revista.
Se eles querem ouvir as leitoras, então, espero que realmente leiam as observações que fiz, acerca da superficialidade das matérias.
Tudo bem que é uma revista idiota, mas se eu pago e eles querem minha opinião, então digo com prazer o que penso.

E eu preciso ir no correio, mas acho que hoje não dá mais tempo.
Bem, vou dar uma estudadinha.

quarta-feira, março 24, 2004

Cravo-de-defunto. Angiosperma de folhas penatífidas.

Queria escrever algo esdrúxulo, fantástico e absurdo.
Mas por mais que use todo o acervo lingüístico que o Houaiss permite, ficaria sem razão de ser, porque dentro de mim só nascem brotinhos de alfafa e matinho rasteiro que ninguém vê. Pelo menos se fosse uma flor daquelas bonitas de nomes exóticos... uma helicônia exibida, uma araucária imponente, até daria pra fazer algo bonitinho por aqui. Mas de mim, só saem abobrinhas. Angiosperma da família das cucurbitáceas. Alguém dirá: "começa com cu, não pode dar certo". Mas se do meu traseiro saissem pérolas, aposto que iriam gostar.

terça-feira, março 23, 2004

Caramba, essa dor novamente em meu cocoruto. Será que tenho amebas desenvolvendo-se no cérebro? A dor não é forte o bastante pra incomodar muito, mas dá pra sentir que ela está lá. Pelo menos a dor lembra-nos que estamos ainda vivos, embora isso me pareça desnecessário.

Eu gostaria de comer algo fresco e quentinho e ter uma massagem nas costas. Além de depilar a perna para sempre. Odeio olhar pra minha perna e ver que estou macaca novamente. Dá até desânimo. Que adianta arrancar o mato se nasce tudo novamente? É meu karma, a macaquice.

Estou tentando aprender francês pelo método Pimsleur que baixei no Overnet.
Já sei "Bonjour" e mais meia dúzia de frases feitas (que eu ainda não sei escrever porque o método usa o áudio como recurso). Eu tenho que fazer um monte de coisas mas estou com preguiça.
Vou tentar fazer tudo logo e me livrar disso.
Tenho que passar na Atento pra tal homologação, seja lá o que isso signifique.
Vou procurar algo pra comer. Só pra não perder o hábito.

segunda-feira, março 22, 2004

Drummond diz:

“Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência. A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim!“

... e eu só tenho que concordar.

domingo, março 21, 2004

Passei o dia com o João Paulo. Vimos Dom e um outro filme que agora não lembro o nome.
Meu pai felizmente não passou o dia aqui, o que é um alívio imediato. Embora com o JP nem tenha dado pra curtir a paz respectiva, mas já foi um sossego e tanto. Depois que o velho voltou, as janelas de casa se fecharam, automaticamente. Fica tudo abafado, sem fluxo de ar, sem fluxo de vida, como as veias dele, sem fluxo, estagnadas e cheias de mofo e bolor.

Eu odeio profundamente esta mania dele de fechar janelas, mesmo que esteja um calor insuportável, ele não quer deixar o ar circular, fica sempre abafado quando não estou aqui pra abrir as janelas que ele fecha. Ele também fechou as portas pro mundo, pra vida. Por isso é cheio de manias.

Eu não vejo a hora de morar sozinha. Mas a cada dia que passa, parece que esse dia nunca chegará. É o mesmo desejo, desde criança, e até agora nada. Eu sou mesmo bunda mole. Talvez por viver nesse ambiente estéril e insano.

Não sei o que fazer da minha vida.
Estou com sono...

Ando tendo dores de cabeça. Isso é tão estranho...
Hoje dormirei mais cedo pra ver se passa.

Ontem vi Lisbela e o prisioneiro com o meu fofucho. Achei legalzinho.
O fofolog está de volta.
E eu estou de volta. Mas já vou indo embora.

PS: voltei só pra dizer que gostaria de aprender inglês dormindo. E francês. Bonjour!

sexta-feira, março 19, 2004

There's a moon out tonight...

É uma droga ser uma criatura carente.

O fotolog não voltou ainda, como se era de esperar.
Em informática, nada é muito preciso. Estimativas são apenas estimativas, nunca dizem muito. Isso me irrita, de certo modo.

Não tenho nada de interessante hoje a declarar. Nem mesmo saí de casa hoje. O que posso dizer além do que existe dentro da minha cabeça, que já é um mundo à parte? É difícil viver aqui dentro, com todas essas idéias espalhafatosas se abalroando.
Às vezes me sinto um alienígena. E uma velhota chata, que cutuca a bunda dos outros com uma bengala.

É inacreditável.

Estava muito atrasada pra ir na dentista e meu pai chegou tarde (pra me dar dinheiro pro ônibus) e acabei não indo pra dentista. Antes convidei o JP pra vir em casa hoje, pra quem sabe ele comer uma pizza conosco, mas ele não quis.
Eu aqui em casa e o JP vai até o Paraíso pra me encontrar na dentista. Só que eu não estava lá.
E chove.
É inacreditável.
Está chovendo e eu tenho que tomar banho ir na dentista daqui a pouco.
A Leni sempre faz comentários que me deixam muito feliz, mas eu me sinto meio retardada assim mesmo.
É que eu me sinto "meio" impotente ao ver tantos livros que gostaria de ler e a pilha deles crescendo na mesinha ao lado da minha cama, e eu sou tão lerda que não consigo acabar com eles, eu leio leio e não saio do lugar. Além de não conseguir me lembrar de muita coisa depois. E nem li clássicos importantes ainda.
E tenho que estudar pro vestibular sozinha, mas não tenho disciplina pra isso. Queria fazer cursinho, mas meu pai vai criar obstáculos pra pagar. E eu sem emprego, sem chance. Aí me sinto inútil.

Hoje levantei da cama as 16hs. Se o telefone não tocasse, era capaz de eu nem levantar.
E aí levanto sem forças, ignorando solenemente a Lady Neide alí no canto.
E isso não é nada bonito.
Estou com calor.
E chove.

Pedidos à fada do dente.

Quero escrever igual ele quando eu crescer.
De onde ele tira tantas pérolas? Jisuis!

quinta-feira, março 18, 2004

Querido diário,

Ontem tirei meu Nuvaring de manhã, acho que por isso devo ter tido um revertério hormonal, o qual me proporcionou uma DR de noite e muitas lágrimas e sentimentalismo desnecessário.

Está entrando um cheiro de pipoca irresistível pela janela...

O fotolog está fora do ar pra mudanças, e logo agora que fiquei viciada nisso, está fazendo falta...
E pra variar, tiro foto de tudo o tempo todo.
Hoje a pérola foram adesivos na banca aqui da esquina. Assassinatos do nosso bom português.
"Fazemos serviços digital". "Deus é jóia. O resto é bijoteria".
Não mereço.

Busquei meu edredon na costureira e paguei a saia que usei no meu aniversário. Ela não chegou a fazer minha frente única, então peguei o tecido de volta e paguei menos. Quando dominar o mundo comprarei uma máquina de costura.
Ontem comecei a bordar lantejoulas numa Hering velha, mas acho que vestindo não ficou muito bom.
Dá um trabalhão.

Estou com idéias lúbricas na cabeça, mas a possibilidade delas materializarem-se é improvável.
Eu bem que estava achando estranho meu comportamento de ontem. Só pode ser essa diferenciação hormonal da pausa do Nuvaring. Strange, very strange... Fiquei sensível demais.
E hoje estou me sentindo meio apática, embora feliz, mas menos carente que ontem.

Comprei revistas na banca e agora tenho bastante papel pra ler.
A última Bravo! veio com o logo da editora Abril, representando a nova parceria das editoras. Eu não gostei disso. Espero que o nível da Bravo não caia, como o das outras revistas da Abril, que já não são como eram antes. Estão cada vez mais idiotas.

Daqui a pouco vou assistir a novela e me lobotomizar mais um pouquinho. E dá pra sentir a grande diferença que isso faz em nossas cabeças. Eu estou atordoada ultimamente, sem inspiração e nem a verborragia que me é tão comum e necessária. Parece que as palavras sumiram da minha cabeça, e até mesmo as vozes. Tá, as vozes é só ironia mesmo.
Mas as palavras parece que sumiram na mesma proporção em que voltei a ver tv.

Passei de tarde na locadora, pra garantir as fitas do final de semana. Mesmo com a inauguração de uma Blockbuster há duas quadras aqui de casa, há pouco mais de um mês, nos finais de semana parece impossível encontrar disponível o filme que quero ver. Vou torturar o JP, fazendo ele assistir Lisbela. Mas, depois que ele viu Madame Satã, tem mais é que suportar mesmo.

Ainda não terminei o livro do Maquiavel. Eu gostaria de ler mais rápido. E ler muito mais.
E que minha memória fosse mais que vaga lembrança.
E gostaria de escrever como Machado de Assis; e queria ser uma mulher machadiana, de verdade. Embora isso possa assustar as pessoas mais próximas.

Depois eu volto. Eu sempre volto.

quarta-feira, março 17, 2004

Ontem fui à exposição de Arte da África, no Centro Cultural Banco do Brasil, com o Kleber e a Shey.
Adorei a exposição. E tirei algumas fotos.



Sinto-me inútil. Odeio isso.
Vou ler.

segunda-feira, março 15, 2004

Agora que estou viciada no meu flog, parece que esqueci do meu blog querido, mas isto não é verdade.
É que as imagens às vezes falam mais que palavras, mas o ideal é quando elas se complementam.

Meu cérebro parece estar em stand by, exceto quando estou lendo alguma coisa interessante. Mas uns estímulos adicionais cairiam bem.

E preciso parar de comer chocolate, e ir pedalar na solitária Lady Neide.
Além de estudar inglês pra poder escrever menos toscamente.

sexta-feira, março 12, 2004

Happy birthday!!!

Hoje é aniversário do meu blog!!!
2 aninhos completos de muito choramingo e reclamações, peidos molhados e outras pérolas.

Daqui a pouco eu volto.
Vou alí comer umas nuvens. Volto logo.

quinta-feira, março 11, 2004

Meu pai hoje tirou o dia pra me infernizar.

Queria não ter que ouvir ele arrastando chinelo atrás de mim e a voz de gralha estridente dizendo abobrinhas.
Eu não mereço.

Eu me irrito com atendentes de telemarketing.

Liguei pra perguntar o preço do Detecta, da teleafônica. Aí a garota ficou perguntando por quê eu não quis assinar o serviço naquele momento. Porra, eu não tenho que dar satisfação do por quê eu compro ou não compro uma coisa em determinado momento. Sei que ela só cumpre a árdua tarefa de trabalhar praquela empresa maldita que remunera mal seus funcionários, mas é irritante isso.
Não sou obrigada a dar satisfação sobre os motivos que me movem a não assinar no momento.
De qualquer modo, fui mal educada e falei que preciso pensar antes e analisar se meu orçamento permite. Ela insistiu. Aí perguntei se ela vai pagar pra mim, assim eu assino na hora, do contrário, assino quando me convier.

SACO!

Ontem eu ia blogar, mas fiquei com sono.
Depois da era fotolog, isso aqui está ficando meio abandonado...
Falando em fotolog, meu novo irmão, o Tiago, e meu sobrinho Lucas, me deram um presentão: entrei antes de ontem no fotolog e eis que eu estava GOLD! Puro oiro!
E pra comemorar a era gold em minha vida fotologueana, ontem o fotolog não funcionou direito.

Eu me sinto baranguérrima. Sem pedalar em Neide e ingerindo calorias do mal.
Desse jeito eu morro.
Vi na tv que ano que vem possivelmente a obesidade será a maior causa de mortes em todo o mundo, superando o fumo.
Não duvido. Tá todo mundo gordo. Eu inclusive. Como sempre.

Bem que podia parar de fazer calor, hein? Isso já ajudaria, inclusive a fazer minha mente voltar a funcionar.

terça-feira, março 09, 2004

12 de março, aniversário do meu blog.

Ele faz 2 aninhos e talvez uma festinha caia bem...

Assim disse Houaiss:

opróbrio
substantivo masculino
1 grande desonra pública; degradação social; ignomínia, vergonha, vexame
Ex.: exposto ao o., o infeliz matou-se
2 caráter daquilo que humilha, degrada; estado ou condição que revela alto grau de baixeza, torpeza; abjeção, degradação
Ex.: o o. de uma condenação
3 ação ou dito que desonra, avilta, revela falta de apreço ou consideração; afronta, desprezo

segunda-feira, março 08, 2004

Essa é a famosa Tati flor de café Esse é o brownie vertiginoso do Benjamin Abraão

Hoje tive um dia bem monótono, embora devesse estar fazendo coisas importantes.
Bati papo com a Isabel, a minha faxineira, que tem um corte de cabelo legal.
De noite gravei o Office pra Tati e fui no Benjamim Abraão encontrá-la pra entregar o cd.
Aí comi aquelas maravilhas que só tem lá mesmo e fiquei conversando com a beldade. =o)

(...) "aquele que dá azo a que outro se engrandeça, arruina-se a si próprio;" (...)

O príncipe - Maquiavel
Ontem caiu a conexão (que não voltou tão cedo) e perdi um post (na verdade eu salvei ele no bloco de notas, mas não custa nada reescrever).
Agora com essa mania de webcam, fiquei meio viciada no fotolog e deixei o blog meio de lado. Pudera, lá tem pessoas especiais, como a Leni, que é sempre gentil e carinhosa em seus comentários, além de ter uma sobrinha linda linda linda!
E agora virei irmã da minha musa e ganhei um sobrinho lindíssimo e fofo, o Lucas!

Sexta-feira fiz depilação e depois fui na feira, e comprei jaca, melancia e manga.
Estava louca pra comer jaca, nem lembrava mais do sabor da dita cuja. A última vez que comi jaca era ainda creonça.

Passei o final de semana com o fofucho, vendo filminho em casa, mas foi divertido e tiramos fotos. =o)
Meu pai está novamente tentando me enlouquecer com as manias esdrúxulas dele.
E a chatice aguda. Histeria.

domingo, março 07, 2004

Eu queria escrever e ficar escrevendo escrevendo escrevendo, mas não tenho idéia do que escrever no momento. O que é deveras estranho pra mim, um ser com verborragia nos dedos.
Deve ser porque ando emburrecendo. Isso sempre acontece quando volto a assistir TV.

quarta-feira, março 03, 2004

segunda-feira, março 01, 2004

Hoje fui no Ibirapuera andar de manhã. Acreditem, 8hs da manhã eu estava lá, no portão do Viveiro Manequinho Lopes.
Fiquei 45 minutos esperando o personal trainer, que não deu o ar da graça. Tinha outra mulher também esperando ele, mas ela não teve tanta paciência de esperar como eu.
Quando finalmente cansei, fui andar pelo parque e descobri a tal pista de cooper, que é o máximo.
Dei 4 voltas, totalizando 5400 metros e 1 hora de caminhada.
Fiz alongamentos como manda a profecia e depois achei uma outra mulher, com a camiseta da Good Light (o personal é da Good Light) e fui perguntar se ela sabia o paradeiro do personal, e ela disse que ele estava lá até alguns minutos antes, e me apresentei a ela, que também faz o treinamento no mesmo horário que eu. Provavelmente a verei por lá amanhã. Vamos ver no que dá.
Estreei o boné vermelhinho que o fofucho me deu no sábado e suei horrores. Agora ele tá pendurado no varal, secando, pois tive que lavar. Tirei uma foto com ele.

Voltei de ônibus e andei da praça 14 bis até minha casa a pé, no maior calor, e cheguei em casa com os pés doendo, exausta. Aí ainda fiz o almoço, comi, e depois acabei tirando um cochilo de tarde, pois não tava dando.
Vi Malhação, a novela das 6 e depois tomei banho. Aí o fofucho apareceu e fomos no supermercado comprar salsichas e jantamos juntos. JP ficava a cada minuto berrando pra eu ir logo e fiquei meio pê da vida com isso.
Comemos cachorro quente, embora isso não seja muito saudável.
Mas JP não liga pra coisas saudáveis mesmo...

Ontem ele não veio me ver, então tentou compensar vindo hoje me ver, mas é chato, porque ele vai embora logo e nem dá pra gente ficar se "apreciando" por muito tempo.
Hoje estou verborrágica, mas provavelmente ninguém vai ler essas ladainhas, e nem tiro a razão. Quem gosta de ler bobagens? Talvez um dia eu leia, pra relembrar as tosquices.

Dia 28 foi aniversário da minha sister, minha amiga adorada, idolatrada salve salve! Fico muito feliz de tê-la como amiga de fezes, minha irmã camarada. É uma das poucas pessoas que conseguem me entender (eu acho) sem precisar ler a bula. Ela é uma pessoa fantástica e desejo muito que ela seja feliz e tenha sucesso (ela É sucesso, ela É um luxo).

E eu preciso que essa tosse desista de mim, porque não agüento mais. Eu às vezes tusso tanto que babo (ou até vomito, mas é raro).

Carnaval, parte II.

Há alguns dias que estou sem muita vontade de escrever, porque agora me empolguei com a webcam e fico tirando fotos até dos momentos mais idiotas.
Nem terminei de contar a saga do carnaval, quando na sexta-feira saí com a sister de lençol na rua pra ir atrás do bloco.
O legal de Paraitinga é basicamente por não ter sambão nem mulatas globelezas tremilicando em tamancos de plástico transparente. Há vários blocos tradicionais que interpretam marchinhas próprias. Na segunda-feira do carnaval, foi a vez do bloco Pai do Troço, mas eu acabei não indo, porque não parava mais de chover e já estava meio mal nesse dia, por causa de uma tosse mala que me pegou, provavelmente por causa da combinação fumaça de cigarro e chuvas intermináveis no cocoruto.
Acho que neste dia eu saí pra andar um pouco sozinha, observando a cidade e as casinhas antigas e parei pra tirar fotos de flores, porque só eu faço essas coisas no carnaval, enquanto as outras pessoas estão correndo atrás dos blocos nas ruas e enchendo a cara. Aí fiz uma amizade rápida com uma menininha, de uns 6 anos decerto, que se chama "Talesmã", segundo a mesma. Achei estranho o nome dela, mas fazer o quê? Há malucos. Tirei uma foto dela, depois boto no flog.
Depois de tantos anos revi a Chailá e o Gê, que foi com a namorada, que tem um filho que fez 6 anos na quarta-feira de cinzas, cujo nome é Cristian William. Na terça-feira apostei corrida na rua com o Cristian William. Voltei à infância por alguns minutos. Nem sempre eu entendia o que o menino falava, e eu não tenho lá muito jeito e paciência com crianças... sei lá. Eu nunca sei o que dizer a uma criança e fico meio apreensiva. Vai que falo merda e a criança morre, né?

Chailá fez uma pizza enrolada que é uma beleza. Aliás, ela é uma fofura, gosto muito dela.
Um dos dias fomos comprar pão na padaria e começou a chover. Resolvemos esperar um pouco, achando que iria passar em cinco minutos, mas a chuva parecia que não pararia nunca mais. Era um dilúvio. A Bi tava com a Poliana e as amigas atrás do bloco pulando debaixo de chuva, mas eu já estava de saco cheio de tomar chuva e tomar banho toda hora e quis me manter seca. Mas não adiantou, porque como a chuva não ia parar nunca mais e estávamos cansadas de esperar de pé no meio do povão, fomos embora na chuva mesmo, e eu com um saco de pão na mão.
Quando entramos na rua que dava acesso à rua da casa onde estávamos, quase morri do coração.
A água batia no joelho e você não via nem a calçada nem o chão, nem nada além de um rio, e tive que enfrentar aquilo. Aí no pânico de sair logo dalí e no medo de pisar em algo nojento, me deu vontade de mijar, e foi lá mesmo, já que estava tudo água mesmo e ninguém ia perceber. Foi uma merda.

Até agora estou com tosse.
No último dia eu fui comprar alguma coisa nas lojinhas de souvenires e artesanatos, mas não tinha muita coisa aberta, pois era de noite e acabei comprando a máscara que já mostrei numa foto num post anterior.
E comprei brincos de saci pererê.

Na última noite, terça-feira, estava com a Bi numa barraca de sanduíche (um hot dog horrível por sinal) quando me deparei com um peão com um cinto com aquelas fivelas imensas, com uma nossa senhora no meio. Comecei a rir. Logo logo o ser começou a falar comigo. Depois fomos embora.

Voltamos pra SP na quarta-feira de madrugada e de manhã já estava em casa ligando o HAL.
Passamos no MacCâncer pra comer alguma coisa e soltei o barro assim que botei os pés no banheiro de casa. Maior alívio!
Foi bem divertido e provavelmente estou esquecendo várias coisas, mas quem liga? Tem as coisas que já citei no post anterior sobre o carnaval, como por exemplo, que conheci o Murilo dentro da barriga da tia Débora, que está lindona. E o Marco Vinícios também tem game boy e me ensinou truques quando eu for jogar pokémon.
Chalí fez-me boa companhia e ela comprou uma maravilha da era moderna: aqueles colchões infláveis, igual o do Polishop!

Gostei da Karina, a namorada do Marcos Paulo, ela é muito simpática e espontânea, além de não ser fresca, o que já é explêndido. Gosto de pessoas autênticas, que não querem parecer o que não são.
Tinha um amigo meio alien do Marcos Paulo lá também, meio anabolizado e que não lavou a mão depois de sair do banheiro no dia que chegou. Nojinho. Além de ter parecido meio acanhado.

Os amigos da Poliana se vestiram de mulher na última noite, pareciam a Barbie Malibu e a Suzy Discoteca.
Eu queria fazer os passeios ecológicos e os esportes de aventura que rolam lá, mas teve que ficar pra próxima, porque eu nem sei quanto custa isso e como faz pra participar. Mas deve ser bem legal e a cidade é bem bonitinha, embora pequena. É que não deu pra conhecer a zona rural, que também deve ser bacana.
E foi isso.

"Hello, Hello Kitty", said Tuxedo Sam.